04 dezembro 2016

Crônica: O dia mais triste do futebol brasileiro

E o país na última terça-feira (29/11) pela manhã ficou mais triste com a notícia do acidente com o avião que levava a delegação da Associação Chapecoense de Futebol, jornalistas e alguns convidados até Medellín na Colômbia, onde essa equipe iria disputar a sua primeira final internacional na história do clube de apenas 43 anos de existência. Um clube do interior do estado de Santa Catarina, que em 2009 estava disputando a série D do Campeonato Brasileiro, 2012 chegaram a série C do Campeonato Brasileiro subindo para a série B do ano seguinte, 2013 disputaram a série B do Campeonato Brasileiro e por fim conquistaram o direito de disputar a divisão principal do Campeonato Brasileiro no ano seguinte, a qual se mantém até hoje. E em 2016, eles estavam prestes a disputar a sua primeira final internacional, realmente que história maravilhosa desse clube que foi abraçado por todos de sua cidade Chapecó e por que não dizer pelo país, ou melhor, pelo mundo inteiro.

Quando vi a notícia do acidente, não quis acreditar no que estava vendo, fiquei chocado, perplexo, muito triste, como a maioria dos brasileiros ficaram, creio eu, quando viram essa notícia. Não queria acreditar no que tinha acontecido. Mas, infelizmente era tudo real.

Depois que, digeri um pouco a notícia, me veio a cabeça um outro acidente aéreo do grupo musical Mamonas Assasinas, pois, guardadas as devidas proporções. Ambos estavam no auge de suas carreiras, haviam acabado de conquistar o carinho de um país inteiro por sua simplicidade e carisma, mas, que tiveram suas vidas e carreiras interrompidas por um trágico acidente aéreo.

Mas o que mais me impressionou foi a atenção, rapidez com que as autoridades colombianas agiram no resgate as vítimas. Não podemos deixar de citar a atenção, atitude desportiva, solidariedade e apoio que o Clube Atlético Nacional deu a Associação Chapecoense de Futebol que seria a sua rival na final da disputa da Copa Sul-Americana, sem esquecer da torcida desse clube que também foi espetacular. Posso dizer que, no começo do ano tive uma pontinha de raiva do Atlético Nacional por ter eliminado o São Paulo nas semifinais da Copa Libertadores da América, mas, depois, dessa atitude não só o clube, mas a torcida, ganharam o meu respeito e admiração.

Outra coisa que me impressionou em relação a todo esse acontecimento, foi a repercussão internacional que isso teve rendendo as mais variadas homenagens a Associação Chapecoense de Futebol e as vítimas desse trágico acidente, independente da modalidade esportiva. Homenagens essas que estão ocorrendo até hoje e que pelo jeito irão continuar por um bom tempo, jogadores de clubes rivais com um grande histórico de rivalidade que se unem na hora da foto oficial com os dizeres “força chape”, jogadores de clubes rivais que se unem para fazer um minuto de silêncio em homenagem às vítimas, torcidas organizadas das maiores equipes do mesmo estado que se reúnem para prestar homenagem, entre várias outras que ocorreram e que acredito ainda que ocorrerão.

Apesar de tudo, acredito que a Associação Chapecoense de Futebol, mostrou não só ao Brasil, mas, ao mundo, que sim, que é possível um clube do interior de um país, considerado “pequeno” sair da última divisão do campeonato nacional e chegar até a divisão principal e lá se manter por anos, sem ter que pensar em brigar durante o campeonato para não ser rebaixado. E isso tudo é possível, graças a um trabalho sério, dedicação, planejamento, amor e respeito para com o próximo, mostrou também que não precisa ter uma folha salarial altíssima, com jogadores, técnico, comissão técnica considerados os melhores do mundo para se conquistar um título ou chegar a uma final de um torneio internacional.

Tenho que confessar que, achei um pouco exagerado por parte de a imprensa cobrir o velório coletivo realizado pelo clube, pois, penso que esse é um momento mais íntimo, dos familiares, amigos e colegas que trabalharam junto com essas pessoas e não algo que deva ser mostrado para todos, por mais que tenha sido autorizado pelos familiares e uma ideia do clube para homenagear essas pessoas que faleceram.

Atrevo-me a dizer que, essa equipe da Associação Chapecoense de Futebol ficará marcada não só na história do futebol nacional, mas, do futebol mundial por tudo que eles fizeram, desde a diretoria do clube até os atletas, comissão técnica, passando por todos os envolvidos no clube. Essa equipe que saiu do Brasil para conquistar a América e que acabou conquistando o Mundo, infelizmente não foi do jeito que todos nós queríamos.

E não poderia deixar de citar aqui, o melhor vídeo de todos até hoje, pelo menos no meu ver, o da mãe do goleiro Danilo, confortando no fim da entrevista o repórter do Sportv pela perda de seus colegas de profissão, que exemplo de mulher, que mesmo perdendo o seu filho, passando por tudo que ela passou sem saber se o seu filho estava vivo ou não devido a informações desencontradas, conseguiu num momento como esse manter uma serenidade e tranquilidade incrível, que no meu modo de ver pouquíssimas pessoas possuem.

Não tenho o que dizer ao não ser desejar que Deus conforte e dê forças a todos os familiares e amigos dos atletas, comissão técnica, convidados e jornalistas que acabaram falecendo nesse trágico acidente, para que eles sigam em frente.


Uma das melhores imagens que já vi a respeito disso (Imagem: facebook-olé do Brasil).

#Forçachape

#somostodoschapecoense

Autor: Henrique Soares
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27 novembro 2016

Copa das Confederações 2017: Sorteados os grupos da competição que ocorrerá ano que vem na Rússia

A Fifa realizou o sorteio da Copa das Confederações neste sábado em Kazan, e as duas chaves da competição ficaram desenhadas da seguinte forma: Rússia, Nova Zelândia, Portugal e México no Grupo A; Chile, Austrália, Alemanha e o campeão da África (ainda indefinido) no B. A abertura da competição acontecerá dia 17 de junho de 2017 com o duelo entre Rússia e Nova Zelândia, em São Petesburgo.

A Rússia entrou como cabeça de chave do Grupo A por ser país-sede. Alemanha (campeã do mundo), Portugal (Europa) e Chile (América do Sul) também entraram no mesmo pote no sorteio, formato que deixou os grupos mais equilibrados (dessa forma, os quatro não poderiam cair no mesmo grupo, por exemplo).

Assim, a seleção de Cristiano Ronaldo escapou de cruzar o caminho dos campeões do mundo e da América do Sul logo de cara. Mas o técnico de Portugal, Fernando Santos, não acredita em moleza.

- Vamos pegar três equipes diferentes, em cidades diferentes. Teremos que viajar muito, contra um favorito, que é a Rússia, jogando em casa. O México tem vários atletas atuando em Portugal. É uma equipe fortíssima. Por fim, tem a Nova Zelândia. Não somos favoritos, mas viemos aqui como candidatos - disse Fernando Santos, em entrevista ao Sportv após o sorteio.

Já México (representante da América do Norte e Central), Austrália (que faz parte da Confederação Asiática) e Nova Zelândia (Oceania) entraram no pote dois, assim como o representante africano, que será definido no dia 5 de fevereiro, ao final da Copa Africana de Nações, no Gabão.


Julio Baptista em cena

Participaram do evento algumas personalidades do esporte russo, como a bicampeã olímpica no salto com vara Yelena Isinbaeva. Ao lado do ex-jogador de Rubin Kazan e Zenit Sergey Semak, ela foi responsável pelo sorteio. Antes deles, o brasileiro Julio Baptista foi ao palco levar a Taça da Copa das Confederações.

- Vencemos duas vezes. Primeiro a Argentina em um jogo incrível em 2005 e depois os EUA, em 2009. Por isso, talvez a Copa das Confederações seja tão importante para mim - disse o jogador, bicampeão do torneio com a seleção brasileira, ao entregar o troféu aos apresentadores do evento.

O torneio, que será disputado entre 17 de junho e 2 de julho, será disputado no seguinte formato: na primeira fase, as quatro equipes se enfrentam entre si ao longo de três rodadas e os dois primeiros colocados de cada chave avançam às semifinais.

A oitava edição do torneio será a primeira sem a participação da seleção brasileira, quatro vezes campeã, em 1997, 2005, 2009 e 2013. A Fifa ainda não era organizadora em 1995 e 1993, quando a Argentina representou a Conmebol.

Fonte: globoesporte.com

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24 novembro 2016

Copa São Paulo de Futebol Júnior 2017: Federação Paulista de Futebol divulga os grupos da competição de 2017

A Federação Paulista de Futebol (FPF) divulgou nesta quinta-feira os grupos da 48ª edição da Copa Copa São Paulo de Futebol Júnior. Com 120 participantes, um recorde, serão 29 cidades sede - São José dos Campos será a única a sediar duas chaves.

O atual campeão Flamengo vai disputar a primeira fase na cidade de São Caetano do Sul e terá como adversários, além do time da casa, Central-PE e São Bento. Apenas o primeiro colocado de cada grupo passam para segunda fase.

Atual vice-campeão, o Corinthians jogará a primeira fase em Taubaté, ao lado do time da casa, Pinheiro-MA e Operário-MS. O Timão é, ainda, o maior campeão da Copa São Paulo, com nove conquistas. O São Paulo está na chave com sede em Capivari, ao lado do Leão da Sorocabana, Genus-RO e União Barbarense. O Palmeiras vai jogar na sede de Araraquara, com Ferroviária, Paranoá-DF e Villa Nova-MG. O Santos fica em Barueri com Audax, Floresta-CE e Rio Branco-AC.

O Grêmio está no grupo sediado em Votuporanga, enquanto o rival Internacional jogará a primeira fase em São José dos Campos. Entre os cariocas, o Botafogo ficará em São José do Rio Preto, o Vasco na cidade de São Carlos e o Fluminense em Osasco. O Atlético-MG tem como sede Novo Horizonte, e o Cruzeiro a cidade de Mogi das Cruzes. A única equipe do exterior, o Pérolas Negras, do Haiti, participará da Copinha pelo segundo ano seguido e ficará em São Paulo, ao lado de Nacional-SP, Goiás e Corisabbá-PI.

Nesta edição, cada técnico poderá fazer até seis trocas durante as partidas. Para que não haja impacto no tempo de bola rolando, as alterações deverão ser feitas em até três paradas. Essa mudança foi adotada pela FPF após conversas com profissionais das categorias de base e com o MFFB (Movimento de Formação do Futebol Brasileiro). O torneio é de tiro curto: começa em 2 de janeiro e termina em 25 de janeiro. A decisão, como tradição, acontece no Pacaembu.

GRUPOS DA 48ª EDIÇÃO DA COPA SÃO PAULO DE FUTEBOL JÚNIOR:


Fonte: globoesporte.com

Imagens: Site da FPF

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03 setembro 2016

Olimpíadas Rio 2016: Como ficarão os esportes olímpicos após o término da competição?

As olimpíadas do Rio de Janeiro, a primeira na América do Sul, se encerraram no domingo (21/08). Eu como telespectador e brasileiro, estava preocupado de como seria a abertura desses jogos olímpicos, pois depois da péssima abertura da Copa do Mundo de 2014, eu achava, assim como acredito que a maioria dos brasileiros, que a abertura das olimpíadas ia ser horrível e seria outro vexame, mas, para a minha surpresa não foi, assim como o encerramento também não foi ruim, apesar de ambos estarem relativamente simples, gostei, pois mostrou realmente o que é o Brasil, o que é o Rio de Janeiro. Eu, assim como todos os brasileiros, torci muito para os atletas brasileiros e fiquei muito contente pela festa realizada por parte do comitê organizador, além de ter achado bem interessante, a iniciativa dos atletas participarem ativamente da abertura depositando cada um uma semente de plantas nativas brasileiras, que futuramente serão plantadas e formarão a Floresta dos Atletas, ficando essa floresta como um legado dos jogos Rio 2016.

Infelizmente, apesar de o país ter atingido um desempenho melhor do que nas olimpíadas de Londres 2012 no quadro de medalhas, no meu ponto de vista, acredito que o país poderia sim ter conquistado mais medalhas, independente da cor, além de apenas 19 medalhas (7 ouros, 6 pratas e 6 bronzes). Pois, acredito que algumas modalidades que no meu modo de ver em outras olimpíadas sempre traziam várias medalhas nessa deixaram a desejar, como por exemplo, judô, apesar ter trazido algumas medalhas entre elas uma de ouro, penso que essa modalidade pelo histórico em olimpíadas, podia sim ter trazido mais medalhas. Outra modalidade que deixou a desejar e tem um histórico muito bom em jogos olímpicos de trazer alguma medalha para o país, mas, que nesse não trouxe nenhuma é a natação. Além de algumas modalidades que se acreditava que tínhamos grandes chances de conquistar medalhas, mas, que infelizmente, não conseguimos como é o caso do vôlei de quadra feminino, futebol feminino, handebol feminino entre outros.

Em compensação, essas olimpíadas trouxeram medalhas em modalidades que até então eram pouco conhecidas, desconhecidas, ou ainda, com pouca tradição em olimpíadas, do público brasileiro, como por exemplo, vela, canoagem, maratona aquática, boxe.

Finalmente nessas olimpíadas, o Brasil conseguiu a tão sonhada medalha de ouro no futebol masculino, conquistando assim, o único título internacional que faltava para o futebol brasileiro.

Por outro lado, infelizmente, o futebol feminino não conseguiu subir ao pódio, e o mais triste de tudo isso é ver que tem gente que mesmo estando em pleno século XXI, apresenta um pensamento “arcaico”, que tem certo preconceito em relação à modalidade. Esse tipo de pensamento me deixa muito triste e revoltado, não sei se é porque de alguma forma, participei da tentativa de desenvolver a modalidade na cidade de Ourinhos, juntamente com um professor, e algumas amigas na época em que estava no ensino médio, ou se é por outro motivo. Para mim o que falta talvez, para que a modalidade se desenvolva no país e assim tenhamos uma seleção que possa brigar de igual para igual, com as demais seleções do mundo são: um maior apoio por parte da imprensa, tanto dos canais abertos como dos fechados e da imprensa escrita, um maior incentivo aos clubes para que eles invistam na modalidade, pois, o que acontece muitas vezes é que os clubes investem uma temporada na modalidade, mas como não há um retorno, chega a temporada seguinte e o clube não mantém, um campeonato estadual e nacional mais forte, com mais clubes, mais patrocínios, assim como o do masculino. Enfim, acredito que isso é um investimento à longo prazo, que precisa de tempo para que a modalidade se desenvolva. E assim, o futebol feminino do país, possa vir a se tornar grande como é em outros países.

Nessas olimpíadas tivemos várias quebras de recordes olímpicos e mundiais, incluindo um realizado por um brasileiro.

Outra coisa que me questiono após o término das olimpíadas é e as modalidades olímpicas que não são “tradicionais” para o povo brasileiro, como ficarão? Será que terão as mesmas estruturas de treinamento/preparação como as modalidades mais tradicionais? Será que terão o mesmo incentivo que as tradicionais? Ou será que depois das olimpíadas tudo que foi investido para a competição irá para o “lixo”? Afinal de contas, daqui a quatro anos teremos outra olimpíada, em Tóquio. Com o fim dessa olimpíada e até Tóquio um novo ciclo olímpico se inicia, e espero que, com um melhor investimento para as modalidades olímpicas. E espero que essas olimpíadas tenham deixado um bom legado para todos os brasileiros, em termos de infraestrutura, segurança e tudo mais. Enfim, acredito que podemos dizer que o Rio, o país, como um todo conseguiu realizar uma grande olimpíada.

Agora é aguardar as paraolimpíadas que ocorrerão a partir do próximo dia 7 de setembro com a abertura. E acredito que o Brasil terá um desempenho bem melhor do que propriamente nas olimpíadas, estou acreditando nisso, pois estou levando em conta as últimas olimpíadas e paraolimpíadas que ocorreram em Londres em 2012 as quais, na época fiz uma postagem aqui mesmo no blog comparando o desempenho do país em ambas as competições, inclusive com os quadros de medalhas, após o término das mesmas.

Uma coisa que me chateia é que a imprensa aparentemente, principalmente as redes de canais abertas, não dão tanto valor para as paraolimpíadas como dão para as olimpíadas, pois, na minha humilde opinião os atletas paraolímpicos realmente mereciam ser valorizados, pois, eles sim, se superaram com todas as dificuldades, limitações que tem para chegar onde chegaram e disputar uma paraolimpíadas. E com toda a certeza estarei na torcida pelos atletas paraolímpicos do país!

Autor: Henrique Soares
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17 agosto 2016

Supercopa da Espanha 2016: Barcelona vence o Sevilla novamente e conquista o título da supercopa

O Barcelona começou 2016-2017 como terminou a última temporada: comemorando um título. Nesta quarta-feira, no Camp Nou, os catalães não deram chance ao Sevilla e derrotaram o adversário por 3 a 0, na partida de volta da Supercopa Espanhola. No placar agregado, 5 a 0 para os Blaugranas.

O Sevilla, por sua vez, parece um peixe fora d'água longe da Liga Europa. Tricampeões do torneio europeu, os andaluzes amargam o segundo vice-campeonato em apenas uma semana. A primeira frustração veio na Supercopa Europeia, com a derrota para o Real Madrid por 3 a 2, na prorrogação, após uma vitória parcial por 2 a 1 antes dos 48 minutos da segunda etapa.

Em desvantagem por dois gols, o Sevilla sabia que a missão era complicada desde o início. A ideia do técnico Jorge Sampaoli era dar dor de cabeça ao catalães. O plano, que tinha Paulo Henrique Ganso entre os titulares pela primeira vez, saiu pela culatra.

Aos dez minutos, Messi tocou para Arda Turán abrir o placar para o Barça. O Sevilla teve a chance do empate, mas Iborra parou nas mãos do goleiro Bravo em cobrança de pênalti. De partida para o Manchester City, o veterano chileno se despede em grande forma.

A segunda etapa foi o enterro definitivo do Sevilla. A facilidade do Barça só aumentou. Logo depois do pontapé inicial, Arda Turán fez o segundo. Em pouco tempo, de cabeça, Messi ampliou.

Tímido, Ganso não conseguiu acrescentar nada de relevante ao esquema de Sampaoli e foi substituído aos 11 minutos do segundo tempo.

Mesmo com Suárez no banco de reservas, o Barça não encontrou dificuldade para seguir envolvendo o Sevilla. Reforços contratados recentemente, Digne, André Almeida entraram muito bem no time.

Parabéns ao Barcelona pela conquista da supercopa da Espanha!!!

Fonte: uol esportes
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Supercopa da Europa 2016: Real Madrid vence o Sevilla e é campeão da supercopa da europa

No último dia 09/08, após empatar no tempo normal por 2 a 2, com um gol aos 47 minutos do segundo tempo de Sergio Ramos, o Real Madrid ganhou a decisão da Supercopa da Europa por 3 a 2 do Sevilla, na prorrogação, no estádio Lerkendal, em Trondheim, na Noruega, no primeiro titulo disputado na temporada 2016/2017. O gol no tempo extra foi marcado pelo lateral direito Carvajal, a dois minutos do fim do confronto.

É o segundo título do clube da capital espanhola sob o comando do técnico Zinedine Zidane e o terceiro troféu da Supercopa da Europa, competição que reúne os campeões da Liga dos Campeões e da Liga Europa, da história do time.

Durante os 90 minutos, o Real abriu o placar com um golaço de Asensio, aos 21 minutos do primeiro tempo. Vázquez empatou o duelo com outro belo gol, ainda na etapa inicial. O Sevilla chegou a virar com uma penalidade convertida por Konoplyanca, mas cedeu o empate nos acréscimos. Depois de sofrer o segundo gol do Real, a equipe de Sevilha ainda teve o zagueiro Kolo expulso e jogou a prorrogação com um a menos.

Sergio Ramos repetiu o que fez na final da Liga dos Campeões em 2014. Na ocasião, ele marcou de cabeça, também aos 47 minutos da etapa final, contra o Atlético de Madri e empatou o duelo em 1 a 1. Depois, o Real se sagrou campeão na prorrogação ao vencer o rival por 4 a 1.

A equipe de Madri não contou com os atacantes Cristiano Ronaldo e Gareth Bale. O português já voltou a realizar exercícios físicos após lesionar o joelho na final da Eurocopa, mas ainda não apresenta condições de jogo.

Já o galês teve as férias estendidas depois de chegar às semifinais da Eurocopa com o País de Gales. Benzema começou o duelo no banco de reservas e entrou aos 17 minutos da etapa final.

O meia brasileiro Ganso viajou para a Noruega, mas nem foi relacionado entre os reservas pelo técnico argentino Jorge Sampaoli, que escalou Mariano, ex-Fluminense, como titular.

No Real Madrid, Casemiro e Marcelo começaram o jogo entre os onze titulares. James Rodríguez, pouco aproveitado por Zidane na última temporada, iniciou o partida no banco, mas foi utilizado na etapa final após o segundo gol do Sevilla.

Real Madri começa melhor o duelo, mas piora e cede empate

Até os 25 minutos do primeiro tempo, o time de Zidane não deu espaços para o Sevilla, que mal passou do meio de campo no período.

A superioridade virou vantagem no placar aos 21 minutos, quando Asensio acertou um belo chute, de esquerda, de fora da área, e acertou o ângulo do goleiro Rico.

O Sevilla só foi assustar quatro minutos depois em um chute torto de Mariano, que saiu por cima do travessão de Casilla.

O lance serviu para despertar a equipe de Sampaoli, que passou a dominar o duelo e empatou aos 40 minutos com Vázquez. Ele aproveitou a sobra de uma bela jogada de Vitolo, pegou de esquerda e acertou o canto para empatar a decisão.

Segundo tempo sem muitas chances de gols, mas com emoção até o fim

Na etapa final, Sampaoli e Zidane usaram todas as suas substituições, mas as equipes não criaram muitas oportunidades. A primeira chance mais perigosa foi criada por Isco, que recebeu na entrada da entrada da área, driblou o oponente e chutou rente à trave de Rico.

O Sevilla, a exemplo do primeiro tempo, acordou e passou a atacar. Aos 28 minutos, Vitolo entrou na área, driblou Sergio Ramos e recebeu um toque do zagueiro. O árbitro sérvio Milorad Mazic marcou pênalti, convertido por Konoplyanca.

Quando o Sevilla já ameaçava a comemorar o título, Lucas Vázquez chegou à linha de fundo e cruzou na cabeça de Ramos. Livre, o defensor só teve o trabalho de empurrar a bola para o fundo das redes e levar o duelo para a prorrogação. O zagueiro Kolo, do Sevilla, foi expulso nos acréscimos e deixou sua equipe com um jogador a menos.

No tempo extra, o Real Madrid, com um atleta a mais, foi melhor e chegou a marcar um gol novamente com Ramos. No entanto, o juiz assinalou falta do zagueiro e anulou o lance.

Já na segunda etapa da prorrogação, faltando dois minutos para acabar o confronto, o lateral direito Carvajal fez bela jogada individual, bateu na saída do goleiro e deu o primeiro título da temporada para o Real Madrid.

Parabéns ao Real Madrid pela conquista da supercopa da Europa 2016!!!

Fonte: Uol esportes

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13 junho 2016

Copa América Centenário: Brasil perde para o Peru com gol de mão e está eliminado da competição

Um gol de mão do Peru causou pane na arbitragem: 1 a 0. Trocadilhos mil, vexames a rodo. Num grupo em que o nulo Haiti zerou, o Brasil (quatro pontos) terminou atrás de Peru (sete) e Equador (cinco). Prejudicado no gol ilegal? Sim. Mas muito mais prejudicado na gestão atrapalhada, dentro de fora de campo. Esse é o patamar do futebol brasileiro atual. Um time com talentos, mas sem convicções, corre o risco de cair no limbo. No segundo tempo, Polo arrancou pela direita e cruzou para Ruidiaz dar uma cortada na bola. Mão claríssima. Após minutos de discussão entre eles e com alguém, pelo rádio, o árbitro Andrés Cunha e o assistente Nicolas Taran decidiram dar o gol. Será, certamente, a justificativa para a eliminação precoce. Não convence.

PRIMEIRO TEMPO

Sabe aquele prato bem feitinho, mas sem um tempero que o torne especial? Assim foi o Brasil do primeiro tempo, bem superior, mas sem capacidade de envolver no ataque. Apesar de bons passes em profundidade, faltou aproximação entre Lucas Lima, Willian e Coutinho para criar triangulações rápidas. Ainda assim, Gabriel exigiu duas boas defesas de Gallese e Willian teve chance de concluir bom cruzamento. À espera de um vacilo brasileiro, o Peru, passivo demais, pôde reclamar pênalti de Renato Augusto sobre Flores. O Brasil também chiou quando Lucas Lima caiu na área, mas sem razão. O meia do Santos é que chutou o pé do peruano Ramos.

SEGUNDO TEMPO

Yotún entrou e o Peru teve mais intensidade no meio, com antecipações e velocidade. Cueva, reforço do São Paulo, melhorou. Só Guerrero continuou em seu ritmo lento, sem ganhar nenhuma bola. O Brasil dependeu da visão de Renato Augusto, mas continuou com seus jogadores muito distantes uns dos outros, sem aproximações ou tabelas. Lucas Lima, aposta de Dunga para o meio-campo, não foi bem. Willian tampouco. Dunga demorou a mexer, e, quando mexeu, colocou Hulk. O gol de mão de Ruidíaz pode ter sido um castigo muito forte, mas o Brasil não fez nada para se classificar. Não se impôs, não agrediu, não foi Brasil. Ou melhor, foi o Brasil dos últimos anos. Um time qualquer.

PÚBLICO

Em Boston, 36.187 pessoas assistiram à vitória do Peru sobre o Brasil. A renda não é divulgada nos jogos da Copa América Centenário.

PRÓXIMOS JOGOS

O Peru enfrentará a Colômbia, sexta-feira, em Nova Jersey. O Brasil, eliminado na fase de grupos - fato que não acontecia desde 1987 -, só voltará a atuar no dia 29 de julho, com sua seleção olímpica, em Goiânia, diante do Japão. Será o último amistoso antes da Olimpíada, que começa em 4 de agosto. A equipe principal jogará no dia 6 de setembro, em Quito, contra o Equador, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, na Rússia.

4-2-3-1

Dunga escalou o meio-campo que ensaiava há tempos, com Elias e Renato Augusto recuados e Lucas Lima armando à frente. Não deu certo. Lucas foi mal individualmente e não houve aproximação entre ele, Willian e Philippe Coutinho. A movimentação de Gabriel como homem mais ofensivo também foi ruim, embora tenha sido muito perigoso pela qualidade de suas finalizações.

SÓ UM, DUNGA?

Mesmo precisando do empate para se classificar depois do gol do Peru, confirmado aos 32 minutos do segundo tempo, o técnico da Seleção não fez mais nenhuma alteração. Antes, ele havia trocado Gabriel por Hulk. Opções ofensivas no banco havia de sobra: Ganso, Lucas e Jonas. Ninguém entrou.

Fonte: globoesporte.com



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05 junho 2016

Liga dos Campeões 2015/16: Real Madrid vence nos pênaltis o Atlético de Madri e conquista mais um título da competição

Com emoção até o último instante, o Real Madrid conquistou pela 11ª vez o título da Liga dos Campeões. Maior vencedora do torneio, a equipe merengue precisou das cobranças de pênaltis para bater o rival Atlético de Madrid, após 1 a 1 no tempo regulamentar. Para a infelicidade dos Colchoneros, o lateral Juanfran, que fez boa partida, acabou mandando na trave a sua cobrança. Em seguida, Cristiano Ronaldo marcou o seu e deu o título aos Blancos.

O português teve a honra de bater o último pênalti, terminou como artilheiro da Liga dos Campeões, com 16 gols, mas em campo ele esteve apagado, bem aquém do que rendeu durante a competição. Sergio Ramos fez novamente sobre o Atlético, também de cabeça, mas Carrasco empatou na segunda etapa, dando mais emoção à decisão, que foi disputada no Estádio San Siro, em Milão.

O Atlético de Madrid entrou em campo com uma mudança na defesa. Simeone colocou Savic no lugar de Giménez, apostando no melhor aproveitamento do montenegrino nas bolas aéreas. O treinador argentino tinha ciência que o Real era perigoso no quesito. E o Cholo tinha razão.

O Real tinha dificuldades para sair da marcação do Atlético nos primeiros minutos e apostou exatamente nas jogadas pelo alto. Benzema perdeu um gol incrível após falta cobrada por Bale, mas Oblak apareceu como uma parede em sua frente.

Infelizmente para o Colchonero, o raio caiu duas vezes no mesmo lugar. Kroos bateu falta pela esquerda, Bale desviou e Sergio Ramos, impedido, abriu o placar. O zagueiro também foi o algoz do Atlético na final da Champions em 2013/14, ao empatar nos acréscimos a partida, que acabou com vitória merengue por 4 a 1.

Em desvantagem, o Atlético teve que sair para o jogo, mudando um pouco sua postura habitual de esperar o adversário. O Real mostrava também que sabe se defender, com Casemiro - um gigante na marcação -, Kroos e Modric, e Cristiano Ronaldo e Bale fechando os espaços pelas pontas.

Griezmann passou a ser mais acionado, levando perigo ao gol de Navas com duas finalizações. Mas era pouco para furar a bem montada defesa do Real Madrid.

Sem alternativas, o Atlético voltou mais ofensivo para o segundo tempo, com a entrada de Carrasco no lugar de Augusto Fernández. E a postura mais incisiva deu resultado logo aos dois minutos, quando Pepe derrubou Fernando Torres na área. Griezmann encheu o pé na cobrança, mas a bola foi caprichosamente no travessão.

A pressão do Atlético ficou cada vez mais intensa, com dois homens abertos pelas pontas: Griezmann pela direita e Carrasco pela esquerda, com Torres centralizado. A equipe atacava por baixo, por cima, e levava perigo por todos os lados. Em cobrança de escanteio, Godín desviou e Savic quase empatou. Os volantes do Real já não marcavam como no primeiro tempo e não conseguiam acompanhar o rápido time colchonero.

Aos poucos, o Real passou a colocar a bola no chão, apostando na experiência e na qualidade técnica para segurar o Atlético. E passou a utilizar as armas comuns do Colchonero. Em contra-ataque, Modric deixou Benzema na boa, mas Oblak segurou o chute do francês.

Pensando nos contra-ataques, Zidane tirou Benzema e lançou o jovem Lucas Vázquez. E a mudança deixou o Real mais veloz. Em jogada pela esquerda, Cristiano Ronaldo perdeu gol feito, chutando em cima de Oblak. No rebote, Bale chutou e o zagueiro tirou em cima da linha.

E o ditado mais famoso do futebol entrou em ação. Enquanto o Real martelava e perdia chance atrás de chance, quem chegou ao gol foi o Atlético. Gabi deu lindo lançamento para Juanfran, que cruzou na medida para Carrasco empatar.

O gol do Atlético forçou a prorrogação. As duas equipes sentiram muito o desgaste físico, principalmente o Real Madrid. Bale foi visto algumas vezes no chão com câimbras e Cristiano Ronaldo sentia o cansaço evidente. No segundo tempo do tempo extra, Filipe Luís sentiu uma lesão muscular e foi substituído, podendo ser um problema para a Seleção Brasileira para a disputa da Copa América. Com o jogo amarrado e as duas equipes esgotadas, o jogo foi para os pênaltis.

O Real Madrid foi perfeito em sua cobranças. Lucas Vázquez, Marcelo, Bale e Sergio Ramos haviam marcado para os Merengues quando Juanfran foi para a cobrança. Para desespero dos Colchoneros no Estádio San Siro, o lateral mandou na trave. E viu o astro Cristiano Ronaldo deslocar Oblak para decretar o 11º título da Champions ao arquirrival. O Atlético de Simeone foi valente, mas acabou perdendo o troféu nos detalhes. Festa branca em Madri!

Fonte: Terra
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Copa América Centenário: Brasil estreia na competição com empate diante do Equador

As boas lembranças do tetra no Rose Bowl não foram suficientes para a Seleção fazer os torcedores recordarem dos bons tempos. Na estreia pela Copa América Centenário, o Brasil empatou em 0 a 0 com o Equador e, apesar de alguns lampejos, não mostrou futebol convincente ao longo da partida. Ainda contou com a ajuda da arbitragem, que anulou um gol legal do Equador, em falha de Alisson.

O Brasil começou melhor a partida. Empurrou o Equador para a defesa e chegou com facilidade ao ataque. Mas faltou melhor definição. Jonas, Elias, Coutinho e Willian não tomavam a decisão certa na hora de finalizar. Os equatorianos, apostando no contra-ataque, melhoraram a marcação no segundo tempo, mas seguiram sem ameaçar muito. A falta de eficiência dos dois ataques explica bem o empate sem gols.

QUE SORTE

Em seu primeiro jogo numa competição de tiro curto, Alisson vinha sendo pouco testado, até que num cruzamento despretensioso, falhou feio e deixou a bola entrar. Para alívio do Brasil, o árbitro anulou o gol, em lance difícil, por entender que a bola saiu pela linha de fundo - no replay, é possível ver que a jogada era legal.

CHUTA, BRASIL

A Seleção teve maior presença ofensiva, trocou passes, e os meias se apresentaram no ataque. Entretanto, o time errou demais na definição e quase não finalizou.

AGENDA

Na próxima quarta-feira, pela segunda rodada, o Brasil enfrenta o Haiti, em Orlando, às 20h30 (de Brasília). No mesmo dia, às 23h, o Equador encara o líder Peru, em Phoenix.

PÚBLICO

O Rose Bowl ficou pintado de amarelo. Tanto brasileiros e equatorianos compareceram em bom público: ao todo, 53.158 pessoas acompanharam a partida.

Fonte: globoesporte.com



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26 maio 2016

Campeonato Brasileiro Série C 2016: Portuguesa estreia na competição em casa com portões fechados e com derrota para o Macaé

O jogo de estreia de Portuguesa e Macaé na Série C do Brasileirão 2016, na última segunda-feira (23/05) mais parecia um treino. Sem placas de publicidade e com as arquibancadas do Estádio Canindé completamente vazias - o clube paulista cumpriu punição pela confusão ocorrida na partida contra o Vila Nova, no ano passado -, as equipes deram início à caminhada rumo à Segunda Divisão. O Macaé, com o pé direito. É bem verdade que a Lusa foi mais eficiente nos primeiros momentos e até abriu o placar com Gustavo Tocantins, mas o time visitante teve mais volume durante boa parte do jogo e conseguiu virar com gols de Fabinho Cambalhota e Magnum, ambos no segundo tempo. Uma vitória por 2 a 1 fora de casa que pode dar moral para o restante da competição.

Com a vitória e os primeiros pontos na competição, o Macaé assumiu a segunda colocação do Grupo B - Guarani e Botafogo-SP, que também venceram, têm a mesma pontuação. Já a Portuguesa dá a largada na primeira posição fora da zona de rebaixamento, com zero pontos.

As duas equipes, agora, voltam a campo no próximo final de semana, pela segunda rodada da Série C. No sábado, o Macaé recebe o Boa Esporte no Estádio Moacyrzão, às 16h. No domingo, é a vez da Portuguesa enfrentar o Mogi Mirim, às 11h, no Estádio Vail Chaves.

Fonte: globoesporte.com
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