17 julho 2018

Copa do Brasil 2018: Vasco vence o Bahia por 2 a 0, mas resultado não é o suficiente para classificar a equipe

Após vencer por 3 a 0 em Salvador, o Bahia foi derrotado pelo Vasco por 2 a 0 em São Januário e garantiu a classificação para as quartas de final da Copa do Brasil. Pikachu e Andrey marcaram para o Cruz-Maltino. Com o regulamento em mãos, o Tricolor criou pouco e deixou o adversário jogar, mas conseguiu suportar a pressão e se aproveitou do nervosismo dos cariocas para avançar.

PRIMEIRO TEMPO

O Vasco dominou as ações no primeiro tempo. Precisando dos gols, o Cruz-Maltino teve mais posse de bola, porém, se precipitou nas jogadas e foi atrapalhado pela ansiedade. Conseguiu inaugurar o placar após Ríos, um dos melhores em campo, sofrer pênalti e Pikachu converter. O Bahia jogou muito recuado, com a preocupação de se defender e não agrediu o adversário. Ao contrário, chamou o Vasco para o seu campo, abusou das faltas e não soube usar a vantagem na etapa inicial.

SEGUNDO TEMPO

O Bahia voltou melhor para o segundo tempo, mas logo se perdeu e deixou o Vasco liderar as ações. O time de Jorginho apostou nas jogadas individuais, enquanto a equipe de Enderson Moreira tentava gastar o tempo da forma que conseguia. O Tricolor optou por investir nos contra-ataques, mas a lentidão na transição da defesa para o ataque atrapalhou. O Cruz-Maltino, pelo alto, ampliou com Andrey e partiu para o tudo ou nada, mas não conseguiu converter as chances criadas em gol. O jogo terminou com tensão, dois expulsos e muita reclamação dos jogadores com a arbitragem.

Nas quartas de final, o Bahia vai enfrentar o Palmeiras. A primeira partida acontecerá na Arena Fonte Nova, no dia 2 de agosto, às 19h15. O jogo decisivo será na Arena Palmeiras, no dia 16, no mesmo horário. O clube paulista passou pelo América-MG nas oitavas, após vitória por 2 a 1 (fora) e empate por 1 a 1 (casa).

Fonte: globoesporte.com
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Copa do Brasil 2018: Cruzeiro e Atlético-PR empatam em 1 a 1, resultado esse que classificou a equipe mineira para a próxima fase

Em jogo morno, que marcou o retorno do futebol brasileiro após a pausa para a Copa do Mundo, Cruzeiro e Atlético-PR empataram por 1 a 1, no Mineirão, em compromisso válido pela volta das oitavas de final da Copa do Brasil. Por ter vencido o duelo de ida por 2 a 1, na Arena da Baixada, a Raposa se classificou para enfrentar o Santos nas quartas de final. O time mineiro decidirá em casa.

O Furacão, agora, tem o Brasileirão e a Sul-Americana pela frente. Na segunda fase do campeonato internacional, os paranaenses enfrentarão o Peñarol.

PRIMEIRO TEMPO

O primeiro tempo deu sono em quem assistiu. O Cruzeiro marcava no campo de defesa e errava muitos passes no meio-campo, enquanto o Atlético-PR mantinha a posse da bola, mas não levava perigo ao gol de Fábio. Para se ter uma ideia, a primeira finalização da partida aconteceu aos 36 minutos, quando Pablo recebeu lançamento em profundidade e chutou fraco para defesa do goleiro celeste. A chance mais perigosa, no entanto, foi da Raposa. Aos 44, Sobis arriscou de muito longe, mas Santos fez ótima defesa, espalmando pela linha de fundo. Foi o único chute celeste na primeira etapa, que terminou sem gols.

SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo começou tão ruim quanto foi o primeiro. O Cruzeiro tentava tomar mais as rédeas do jogo, mas seguia errando muitos passes. A primeira finalização, assim como na primeira etapa, foi do Atlético-PR, com Nikão, aos 12 minutos. Nos 30 minutos finais, as principais chances foram do Cruzeiro. Em uma delas, aos 40, Robinho encontrou Arrascaeta na área, e o uruguaio completou para as redes após ganhar dividida com Paulo André. Já no desespero, o Furacão empatou com Bergson, aos 47, após belo drible em Dedé: 1 a 1. Mas não teve tempo para mais nada, e o Cruzeiro confirmou a vaga entre os oito melhores da Copa do Brasil.

Cruzeiro e Atlético-PR voltam a jogar na quinta-feira, agora pelo Brasileirão. A Raposa recebe o América-MG no Mineirão, às 19h30 (de Brasília). O Furacão, por sua vez, jogará na Arena da Baixada contra o Internacional, às 21h.

Fonte: globoesporte.com
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15 julho 2018

Copa do Mundo 2018: Em uma grande final com 6 gols, França vence a Croácia por 4 a 2 e conquista o bicampeonato mundial

Os franceses voltam ao topo do mundo. Em um decisão com gol contra e uso do VAR inéditos em finais de Copa, além de invasão de gramado por um grupo radical russo, a França derrotou a Croácia por 4 a 2, neste domingo, no Estádio Olímpico Lujniki, em Moscou, e conquistou o título mundial de futebol pela segunda vez na história. Mandzukic (contra), Griezmann, Pogba e Mbappé fizeram os gols da equipe azul, enquanto Perisic e Mandzukic, este se aproveitando de uma falha bizarra do goleiro e capitão Lloris, descontaram para a Croácia.

PRIMEIRO TEMPO

A Croácia até começou melhor, tomando conta das ações do jogo, com duas boas chegadas de Perisic, sempre tendo o zagueiro Umtiti na cola. Mas aos 17 minutos, a França apareceu. Griezmann trombou com a marcação na entrada da área e caiu pedindo falta: o árbitro argentino Nestor Pitana marcou. Na cobrança, o próprio Griezmann lançou na área, mas Pogba não alcançou a bola. Mandzukic acabou desviando direto no ângulo de Subasic, fazendo o primeiro gol contra em finais de Copas.

O gol não abalou os croatas, e se era necessário um gol de impacto para mostrar força, isso aconteceu aos 27. Modric cruzou para a área na ponta direita, e Vrsaljko escorou para o meio. Mandzukic brigou no alto com Pogba, e Rebic também desviou. Vida pega a sobra e escorou para Ivan Perisic, que limpou Kanté com o pé direito e soltou uma bomba com pé esquerdo. A bola ainda desviou em Varane antes de ir ao fundo das redes.

Se nas semifinais, o árbitro de vídeo não apareceu, ele foi decisivo pela primeira vez em uma decisão de Copa. Aos 33, em escanteio cobrado por Griezmann no primeiro poste, Matuidi tentou desviar para o gol, mas Perisic chegou para mandar para corner. A bola tocou na mão do jogador, e os franceses reclamam pedindo pênalti. Após longa consulta ao VAR, Nestor Pitana entendeu que houve intenção do croata e marcou pênalti. Griezmann bateu certeiro no canto esquerdo de Subasic, que caiu para a direita, fazendo 2 a 1.

SEGUNDO TEMPO

O goleiro e capitão francês Hugo Lloris pouco apareceu na etapa inicial, mas logo nos primeiros minutos do segudno tempo, trabalhou bastante. Primeiro em chute cruzado de Perisic, onde fez ótima defesa de braço esquerdo. Pouco depois, em lançamento longo de Brozovic para Perisic, o camisa 1 francês teve que se antecipar e sair do gol como um líbero para evitar o pior.

O acúmulo de três prorrogações seguidas parece ter surtido efeito na metade do segundo tempo. Tanto que a França conseguiu dois gols em seis minutos. Aos 13, Mbappé foi à linha de fundo e cruzou para Griezmann, que segurou a bola e rolou para Pogba. O volante tentou de direita, mas pegou o rebote de esquerda e marcou o terceiro. E aos 19, Hernández fez bela jogada pela esquerda e tocou no meio para Mbappé marcar o quarto. Ele se iguala a Pelé e é o segundo adolescente a marcar numa final. Parecia que viria goleada...

O capitão francês Hugo Lloris voltou a aparecer, mas negativamente, aos 23. Em um simples recuo de Varane, ele sozinho dominou a bola e tentou driblar Mandzukic. O croata chegou firme na dividida e mandou direto para o gol, botando a Croácia viva na decisão e mantendo a emoção até o fim.
A festa de entrega de medalhas ficou marcada pela chuva que despencou no estádio Lujnik. Presidentes da Fifa, da Rússia, da França e da Croácia ficaram encharcados como os jogadores. Na festa da taça, as lágrimas quase se esconderam com a chuva.

Desde a Copa de 1958, que terminou 5 a 2 para o Brasil em cima da Suécia, que uma final de Copa não tinha tantos gols em 90 minutos. Embora em 1966 a Inglaterra tenha vencido a Alemanha pelo mesmo placar de 4 a 2, dois gols ingleses saíram na prorrogação. O resultado iguala as finais de 1930 (Uruguai 4 x 2 Argentina) e 1938 (Itália 4 x 2 Hungria).

Com este título, o francês Didier Deschamps se igualou a Mário Jorge Lobo Zagallo e Franz Beckenbauer como campeões tanto como atletas e como treinadores. O brasileiro foi campeão como jogador em 1958 e 1962, e como treinador em 1970. O alemão carregou a taça em 1974, como jogador, e em 1990, como técnico.

Jogadores franceses com o trófeu de campeões mundiais!!! (Foto: twitter oficial FIFA world cup)

Parabéns a França pela conquista do bicampeonato mundial!!!

Fonte: globoesporte.com
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14 julho 2018

Copa do Mundo 2018: Bégica vence a Inglaterra por 2 a 0 e conquista o terceiro lugar na competição, seu melhor resultado na história

A poderosa geração da Bélgica se despediu da Copa do Mundo deixando mais uma boa impressão, neste sábado, em São Petersburgo, na decisão do terceiro lugar. Com a vitória por 2 a 0 sobre a Inglaterra, a Bélgica conseguiu seu melhor resultado na história das Copas, superando o quarto lugar de 1986. Meunier, no primeiro tempo, e Eden Hazard, no segundo, fizeram os gols do jogo. om o quarto lugar, a Inglaterra iguala campanha de 1990, melhor resultado desde o título de 1966, em casa.

PRIMEIRO TEMPO

Meunier apareceu feito centroavante, logo aos 3 minutos, e aproveitou jogada que envolveu extremos como o goleiro Courtois e o centroavante Lukaku. No cruzamento de Chadli, completou de canela para o gol. Tão cedo, a partida já deixava em vantagem a equipe que parecia mais interessada na conquista do terceiro lugar. Mesmo sem grande brilho de seus craques, Hazard e De Bruyne, os belgas rondaram a área inglesa com mais perigo – Alderweireld quase ampliou ao pegar sobra. A Inglaterra até conseguiu alguns espaços (uma rotina para a defesa da Bélgica), e Kane teve chance de empatar, mas chutou mal.

SEGUNDO TEMPO

No intervalo, Gareth Southgate tirou Sterling, o pior em campo, para colocar Rashford (e também Lingard no lugar de Danny Rose). A Inglaterra melhorou e passou a ficar mais perto do empate do que a Bélgica do segundo gol, principalmente em lances de bola parada. A chance mais clara, porém, foi com Dier saindo livre na cara de Courtois e tocando por cima - Alderweireld salvou em cima da linha, aos 24. E quando a Inglaterra estava melhor, a Bélgica matou o jogo no contra-ataque, aos 36, com Eden Hazard fazendo o segundo gol.

Harry Kane se despede da Copa do Mundo com seis gols, dois a mais do que o belga Romelu Lukaku, que saiu irritado ao ser substituído no início do segundo tempo. O centroavante do Tottenham levará a Chuteira de Ouro para a Inglaterra - a não ser, claro, que um francês ou um croata assombre o mundo neste domingo com uma atuação de gala na final. Na França, Griezmann e Mbappé são os artilheiros com três gols. Na Croácia, Perisic, Mandzukic e Modric têm dois. Desde 1978, só uma vez o artilheiro da Copa teve mais do que seis gols - foi em 2002, com Ronaldo Fenômeno (fez oito e foi campeão).

Informação do OptaJoe: Eden Hazard esteve envolvido diretamente em sete gols na Copa (três gols e quatro assistências – incluindo aqui a do gol contra de Fernandinho), mais do que qualquer jogador da Bélgica desde 1966 (Jan Ceulemans, também com sete).

Para surpresa de ninguém, Hazard foi eleito o melhor em campo. Pela terceira vez em seis jogos (ele não enfrentou a Inglaterra na primeira fase, poupado).

Meunier foi o décimo jogador diferente a marcar pela Bélgica nesta Copa, igualando marca que só a França de 1982 e a Itália de 2006 conseguiram. Antes, marcaram Lukaku, Mertens, Hazard, Batshuayi, Januzaj, Vertonghen, Fellaini, Chadli e De Bruyne.

O jogo pareceu um amistoso em vários momentos, com os dois times sem demonstrar muita motivação. Vale lembrar que 12 dos 23 belgas atuam no Campeonato Inglês. Antes do jogo, foi possível ver os jogadores das duas seleções confraternizando em rodinhas de clubes - teve a "panelinha" do Tottenham, do Manchester City e do Manchester United.

A Bélgica teve apenas duas mudanças em relação ao time que jogou a semifinal contra a França: entraram Meunier (que estava suspenso) e Tielemans, saíram Dembelé e Fellaini (e depois Chadli, ainda no primeiro tempo, se lesionou, dando lugar a Vermaelen). A Inglaterra mexeu bem mais: saíram Young, Walker, Henderson, Dele Alli e Lingard, entraram Rose, Jones, Dier, Delph e Loftus-Cheek, resultando em sua formação mais jovem na história das Copas, com média de idade de 25 anos e 174 dias.

A Bélgica se despede com seis vitórias e uma derrota (para a França, na semifinal). A Inglaterra volta pra casa com três vitórias, um empate (com vitória nos pênaltis, sobre a Colômbia) e três derrotas (duas delas para a própria Bélgica).

A final será disputada neste domingo entre França e Croácia, às 12h de Brasília, em Moscou.

Fonte: globoesporte.com
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11 julho 2018

Copa do Mundo 2018: Após empate no tempo normal, Croácia vence a Inglaterra na prorrogação e vai a sua primeira final de copa do mundo na história

A cada fase que a Croácia avançava nesta Copa, a pergunta se repetia: vai superar a geração de 1998, que chegou ao terceiro lugar na Copa da França? Nesta quarta-feira, a resposta veio. Com uma vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra, após a terceira prorrogação seguida, a seleção xadrez desta vez não precisou dos pênaltis para se classificar para a primeira final da sua história - Mandukic fez o gol da virada no começo do segundo tempo da prorrogação. Trippier abriu o placar de falta no primeiro tempo, mas Perisic igualou no segundo. Agora, a Croácia vai enfrentar a França, domingo, na grande decisão, tentando evitar o bicampeonato do adversário, e buscando colocar mais um campeão inédito na galeria das Copas.

À Inglaterra resta lamentar a eliminação, com o artilheiro Harry Kane passando em branco em mais um jogo. A defesa bobeou no gol de Mandzukic, que apareceu livre entre dois zagueiros ingleses. A torcida, que cantou durante toda a Copa do Mundo "It is coming home" pelas ruas de Moscou, vai ter que esperar mais um ciclo de quatro anos para tentar disputar uma final - a única foi em casa, na Copa de 1996, no seu único título mundial. E disputar a amarga decisão do terceiro lugar. Aliás, o cantor Mick Jagger, do Rolling Stones, estava lá torcendo pelo English Team. Significa algo?

Primeiro tempo

A Inglaterra não precisou esperar muito para abrir o placar e sentir o gostinho da final. Aos quatro minutos de jogo, Lingard tocou para Dele Alli, que foi derrubado por Modric na entrada da área. A Croácia colocou quase todo o time na barreira, mas o lateral-direito Trippier cobrou com precisão no ângulo esquerdo de Subasic, que saiu um pouco atrasado no lance.

O artilheiro da Copa do Mundo até que tentou deixar a sua marca na semifinal. Mas assim como nas quartas, não conseguiu balançar as redes. Aos 21 do primeiro tempo, Sterling tocou nas costas da zaga para o camisa 9 dominar e bater na saída de Subasic - desperdiçando a finalização. Mas o árbitro marcou impedimento. Pouco depois, em lance semelhante, ele perdeu duas vezes seguidas, uma delas defendida pelo goleiro croata. E de novo, acusaram posição irregular.

Protagonista do polêmico vídeo que exaltou a Ucrânia após a Croácia eliminar a Rússia, o zagueiro Vida não foi poupado pelos russos. A partir da metade final do primeiro tempo, cada vez que tocava na bola, ouvia uma forte vaia das arquibancadas. Nitidamente, dava para perceber que a manifestação não vinha da grande concentração de ingleses atrás de um dos gols.

Segundo tempo

A Croácia voltou mais ligada do intervalo, e o atacante Perisic já chegou com perigo aos 19, batendo forte da entrada da área para a defesa interceptar. Mas três minutos depois, após cruzamento de Vrsaljko pela direita, o camisa 4 se antecipou a dois ingleses e, esticando o pé, chegou antes de Walker e empatou o jogo. O jogador da Inter de Milão ainda teve a oportunidade de virar aos 25, mas acabou acertando o travessão. Pickford defendeu o rebote de Rebic em seguida.

A Croácia cresceu no jogo, e foi a vez de o goleiro inglês se destacar. Aos 36, a zaga inglesa vacilou feio. Trippier fez um recuo errado, que por pouco não foi recuperado por Rebic. Walker deu a bola para Pickford, que chutou de qualquer jeito. No minuto seguinte, Mandzukic recebeu por cima dos zagueiros, emendou um belo chute no alto, e de novo Pickford fez grande defesa.

Prorrogação

Na terceira prorrogação croata e segunda inglesa, mais emoção. Aos oito minutos, o lateral-direito Vrsaljko, que chegou a ser anunciado como desfalque na Croácia, com uma cabeçada em cima da linha do gol evitou o que poderia ser o desempate em um belo cabeceio de Stones. Em seguida, foi a vez do goleiro inglês salvar a pátria da Rainha. Após cruzamento de Perisic, Mandzukic chegou para finalizar, mas Pickford se antecipou e fez linda defesa com a perna.

Quis o destino que o veterano atacante Mario Mandzukic, de 32 anos, fizesse o gol para entrar na história, justamente no momento em que todos em campo se mostravam muito cansados. No segundo minuto do segundo tempo extra, Pivaric cruzou da esquerda, mas a zaga inglesa afastou de qualquer jeito. A sobra ficou com Rakitic, que cabeceou para a área, pegou a defesa de surpresa e encontrou Mandzukic livre, cara a cara com Pickford. Ele chutou cruzado para o fundo das redes. E para escrever uma nova história na Copa do Mundo.

Os horários das decisões do título e do terceiro lugar serão diferentes. No sábado, às 11h (de Brasília), em São Petersburgo, o Bélgica e Inglaterra jogam para decidir quem fica com o simbólico bronze. E no domingo, ao meio-dia, no mesmo Estádio Olímpico Lujnik desta semifinal, França e Croácia decidem quem fica com o título da 21ª Copa do Mundo.

Fonte: globoesporte.com
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10 julho 2018

Copa do Mundo 2018: França vence a Bélgica por 1 a 0 e avança para a final da competição

A França está na final da Copa do Mundo pela terceira vez em sua história. Dona de um título (1998) e um vice (2006), a seleção francesa bateu a Bélgica por 1 a 0 nesta terça-feira, em São Petersburgo, e agora espera o vencedor de Croácia e Inglaterra, que se enfrentam nesta quarta, em Moscou. Umtiti fez o gol da classificação francesa, lembrando outro defensor, Thuram, responsável pelos dois gols da França na semifinal de 1998, contra a Croácia. Umtiti foi eleito o melhor em campo na votação da Fifa.

PRIMEIRO TEMPO

Não foram necessários gols para que França e Bélgica fizessem um excelente primeiro tempo em São Petersburgo. As duas seleções investiram em um duelo firmado em muita estratégia, tentando amortecer as qualidades do adversário e fazer valer seu jogo. A Bélgica deu sinais de domínio, controlou mais a bola e teve as chegadas mais perigosas na metade inicial do período (especialmente em conclusão de Alderweireld, muito bem defendida por Lloris, e em chute colocado de Hazard, rente à trave). Mas a França cresceu aos poucos, mostrou mais objetividade no ataque e poderia ter aberto o placar com Pavard, que recebeu linda assistência de Mbappé e tentou desviar de Courtois – mas o goleiro de 1,99m salvou com o pé.

SEGUNDO TEMPO

A França voltou bem do intervalo e alcançou o gol aos 5 do segundo tempo. Griezmann bateu escanteio, e o zagueiro Umtiti se antecipou a Fellaini e mandou para o fundo do gol. Os franceses tomavam as rédeas da partida e obrigavam os belgas a se abrirem, dando espaços para jogadores como Mbappé, dono de lance lindo, com um giro de costas, para Giroud perder o gol – mais uma vez. A necessidade fez a Bélgica ter ainda mais a bola, mas sem saber muito bem o que fazer com ela. Cabeceio de Fellaini e chute de Witsel levaram perigo a uma França muito estável, muito segura, capaz de segurar a vantagem até o apito final e eliminar o talentoso time belga.

Só Harry Kane esteve envolvido em mais gols (seis) do que Griezmann, com três gols e duas assistências até o momento, de acordo com o MisterChip. Vale ressaltar que 72 dos 158 gols (46%) da Copa saíram em jogadas de bola parada.

Os algozes do Brasil caíram pela segunda vez na semifinal da Copa. A primeira havia sido em 1986. Os Diabos Vermelhos continuam sem chegar a uma decisão de Mundial.

A imprensa europeia achava que jogaria Vermaelen. E a escalação mostrou... Dembélé. Roberto Martínez surpreendeu ao escolher o substituto do ala direito Meunier, suspenso, e gerou uma hora de especulações das mais variadas sobre como jogaria a Bélgica: com três zagueiros e Dembélé na direita; com três zagueiros e Chadli na direita; com, como sugeriu a escalação da Fifa, De Bruyne na ala esquerda (!). O jogo mostrou que, com a bola, a Bélgica atacou num híbrido de 3-4-3 e 3-6-1 e, sem ela, defendeu num 4-2-3-1 (segurando Chadli como lateral). Houve momentos em que os volantes se descolaram da marcação: Witsel virou meia, e Fellaini apareceu na área, feito centroavante. Muita mobilidade, muitas variações – e alguns nós nas cabeças dos analistas. No final, prevaleceu a força da bola aérea num escanteio. O gol de Umtiti foi o 72º (de 158 na Copa) num de lance de bola parada neste Mundial da Rússia (46% do total).

Com a classificação da França, Didier Deschamps terá a chance de se tornar o terceiro homem a vencer Copas do Mundo como técnico e jogador. Os outros dois são Zagallo, pelo Brasil (1958/62 como jogador e 70 como técnico ) e Franz Beckenbauer, pela Alemanha (1974 como jogador e 1990 como técnico).

A final será no domingo, às 12h de Brasília, no estádio de Lujniki, em Moscou. A decisão do terceiro lugar será no sábado, às 11h, em São Petersburgo.

Fonte: globoesporte.com
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Copa do Nordeste 2018: Sampaio Corrêa empata com o Bahia no jogo da volta e conquista a Copa do Nordeste 2018, após ter vencido o primeiro jogo

É campeão! O Sampaio mostrou novamente a força defensiva na Copa do Nordeste e não sofreu nenhum gol na Fonte Nova com mais de 45 mil torcedores do Bahia. Com o placar sem gols, a Bolívia Querida garantiu o título de campeã do Nordestão 2018, pois venceu o primeiro jogo, em São Luís, por 1 a 0, com gol de Uilliam. Este é o primeiro título do Sampaio na competição e também do futebol maranhense. A conquista rendeu ao clube o prêmio de R$ 1.5 milhão e também a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil de 2019.

PRIMEIRO TEMPO

O primeiro tempo foi de domínio do Bahia, mas o resultado continuou sendo favorável ao Sampaio. A iniciativa foi do time maranhense. Logo aos dois minutos, Fernando Sobral cobrou falta e forçou uma defesa difício de Anderson. Depois, só deu Bahia. O primeiro bom lance do time da casa foi aos quatro minutos quando Tiago quase marcou gol de cabeça, após arremesso lateral de Léo. Depois, o Bahia dominou o meio-campo. Pressionou principalmente com jogadas pelas laterais, mas a defesa do Sampaio estava atenta e com a marcação fortalecida. Aos 38 minutos, Zé Rafael teve boa oportunidade, ficou de frente com Andrey e o goleiro do Sampaio evitou o gol baiano. O primeiro tempo foi marcado ainda por faltas duras de ambos os lados. Ao fim, o Sampaio teve três cartões amarelos e o Bahia recebeu um.

SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo não mudou o estilo de jogo. O Bahia tentando de todas as formas, pressionando com levantamentos na área e a defesa do Sampaio conseguiu segurar a 'onda'. Mas com o nervosismo cada vez maior, o Bahia não conseguia mais chegar com tanto perigo e o Sampaio começou a explorar mais o campo de ataque, tanto que por duas vezes o time maranhense teve boa oportunidade de tentar o gol de fato, uma delas foi com Wellington Rato, aos 49 minutos. E a melhor chance do Bahia foi aos 50 minutos quando Brumado recebeu na pequena área e no chute Andrey defendeu e a bola foi pra fora. Foi o último lance do jogo. Depois disso, foi a vez do Sampaio festejar o título.


Jogadores do Sampaio Corrêa com o troféu de campeão da Copa do Nordeste 2018!!!


Fonte: globoesporte.com

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07 julho 2018

Copa do Mundo 2018: Após empate no tempo normal e na prorrogação, Croácia vence a Rússia nos pênaltis e avança para as semifinais da competição

Em um jogo embalado por emoção, drama, lágrimas e muitos aplausos no fim, a Croácia derrotou a anfitrã Rússia por 4 a 3 nos pênaltis e chegou mais uma vez às semifinais de uma Copa do Mundo, coisa que não acontecia desde a primeira vez que disputou um Mundial como país independente da ex-Iugoslávia. Após empate no tempo normal por 1 a 1, e outro empate por 1 a 1 na prorrogação, o time xadrez voltou a se dar bem nas cobranças de pênaltis - já tinha eliminado a Dinamarca assim - em um Estádio de Sochi lotado de torcedores russos. Agora, vai enfrentar a Inglaterra, tentando superar a equipe da Copa de 1998, quando perdeu para a campeã França na semifinal, mas terminou em terceiro lugar ao derrotar a Holanda em seguida. A Rússia deixou a competição triste, sob lágrimas, depois de conseguir heroicamente levar a decisão para os pênaltis, mas bastante aplaudida pela torcida, se despedindo de um Mundial de sucesso de público, e com a melhor participação desde o fim da União Soviética - desde 1994 não saía da fase de grupos.

PRIMEIRO TEMPO

Foi a dona da casa Rússia quem começou a partir para cima logo nos primeiros minutos. Aos quatro minutos, o grandalhão Dzyuba pegou um rebote dentro da área e soltou uma bomba que explodiu no zagueiro Vida. A Croácia reagiu em seguida, com uma cabeçada de Rebic que passou por cima do travessão. Perisic também desviou de cabeça um cruzamento de Vrsaljko, e desta vez, a bola passou pelo lado direito do goleiro Akinfeev.

O gol russo saiu aos 30 minutos, depois que Dzyuba tocar da intermediária para Cheryshev, artilheiro da equipe anfitriã. Ele recebeu na entrada da área e, de perna canhota, mandou uma bomba no ângulo direito do goleiro Subasic. Um golaço e uma bbeada de marcação dos meias Rakitic e Modric, Barcelona e Real Madrid, recpectivamente.

A torcida russa ainda comemorava com muita festa nas arquibancadas de Sochi, quando um contra-ataque mortal igualou o placar. Aos 39, Perisic colocou Mandzukic partindo em velocidade pela ponta esquerda até a linha de fundo, De lá ele cruzou na cabeça de Kramaric, que mandou para as redes. Akinfeev ainda foi na bola, mas nem deu tempo.

SEGUNDO TEMPO

Kramaric até que tentou fazer um golaço de bicicleta logo no começo da etapa final, mas o arremate saiu bem fraquinho e foi nas mãos do goleiro russo. Mas o "pecado" aconteceu aos 14, quando Perisic se aproveitou de um vacilo do arqueiro russo Akinfeev, que se atrapalhou na hora de afastar a bola. Com muita gente à frente, o atacante croata finalizou no cantinho, mas a bola explodiu na trave e atravessaou toda a extensão do gol. O lance simbolizou a pressão croata que durou até o fim do segundo tempo.

Em um lance casual onde tentou evitar um escanteio, aos 43 do segundo tempo o goleiro croata Subasic sentiu a parte posterior da coxa e preocupou a delegação croata. Como já tinha feito as três substituições, o técnico Zlatko Dalic só poderia fazer a quarta mudança no tempo extra. Após o atendimento dos massagistas, Subasic ficou em campo e chegou a fazer uma boa defesa nos acréscimos, em chute de Smolov da ponta direita. E acabou ficando para a prorrogação.

PRORROGAÇÃO

O goleiro Subasic foi obrigado a se manter em campo, já que o lateral-direito Vrsaljko sentiu o joelho logo no começo do tempo extra e teve que usar a quarta substituição croata - nova possibilidade no regulamento. Mas as condições físicas de duas equipes, que já vinham de prorrogações e pênaltis nas oitavas, acabou ditando o destino do jogo. Aos oito, após escanteio pela direita, o zagueiro croata Vida subiu mais que todo mundo e testou para fazer 2 a 1.

O gol da Croácia desanimou boa parte da torcida, que já chorava uma eliminação. O goleiro Subasic, mesmo lesionado, seguia fazendo boas defesas, e em uma delas encaixou um chute frontal de Kuzyaev. Mas aos nove do segundo tempo extra, a salvação russa saiu da cabeça de um brasileiro: Mário Fernandes desviou para o canto direito após cobrança de falta de Dzagoev, levando a torcida à loucura e decisão da vaga nas semifinal para a dramática cobranças de pênaltis.

PÊNALTIS

Smolov começou desperdiçando para os russos, com defesa de Subasic, que acertou o canto. Brozovic fez e botou a Croácia na frente. Dzagoev empatou, e em seguida, Kovacic bateu fraco para Akinfeev defender e empatar a disputa. Mas o brasileiro-russo Mário Fernandes mandou a sua cobrança para fora. Na vez do camisa 10 croata Modric, a cobrança chegou a bater no goleiro russo, mas a bola entrou. Ignashevich e Vida marcaram seus gols. Kuzyaev marcou para a Rússia e deixou tudo nas mãos do Akinfeev para tentar um empate. Mas Rakitic fez e garantiu a Croácia nas semifinais da Copa.

Na terça-feira, às 15h (de Brasília), em São Petersburgo, França e Bélgica decidem quem será o primeiro finalista da Copa do Mundo de 2018. Na quarta, no mesmo horário, no Estádio Olímpico Lujniki, Inglaterra e Croácia fazem o outro duelo.

Fonte: globoesporte.com
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Copa do Mundo 2018: Inglaterra vence a Suécia e avança para as semifinais da competição após 28 anos

A tradicional desconfiança que ronda a Inglaterra em Copas do Mundo já se transformou em otimismo na Rússia. Alimentando o sonho de ser campeão mundial pela segunda vez em sua história, os ingleses ficaram a dois passos de concretizá-lo ao vencer a Suécia por 2 a 0 neste sábado, em Samara, avançando às semifinais do torneio pela primeira vez desde 1990. O zagueiro Maguire e o meia Dele Alli marcaram os gols do jogo.

O triunfo inglês faz com que a Inglaterra chegue às semifinais de uma Copa do Mundo apenas pela terceira vez na história. O English Team havia alcançado esta fase apenas em 1966, quando venceu o torneio em casa, e 1990, quando caiu para a Alemanha, que viria a ser a vencedora daquela edição. Pronto para disputar uma vaga na final após 28 anos, o time de Gareth Southgate agora enfrentará a Croácia, que venceu a Rússia nos pênaltis, depois de um empate em 2 a 2(1 a 1 no tempo normal e 1 a 1 na prorrogação) neste sábado. O duelo valendo um lugar na decisão ocorre na próxima quarta-feira, no Lujniki, em Moscou, às 15h (de Brasília).

Artilheiro da Copa do Mundo com seis gols, Harry Kane não conseguiu balançar as redes neste sábado. Esta foi a primeira partida em que o atacante entrou e campo e passou branco no torneio, tendo marcado anteriormente contra Tunísia, Panamá e Colômbia. Ainda assim, o capitão foi importante no ataque inglês, criando espaço para os companheiros e dando trbaalho à marcação sueca.

Embora a Inglaterra tenha controlado as ações ofensivas em boa parte do jogo, o goleiro Pickford foi uma das estrelas do confronto. Quando foi acionado, o arqueiro brilhou e fez três defesas fantásticas - que lhe renderam o prêmio de Homem do Jogo, concedido pela Fifa através de votação popular.

A vitória deste sábado deixa a Inglaterra empolgada para dar fim ao jejum de 52 anos sem um título mundial. Representante do país onde o futebol foi criado, o English Team chegará às semifinais logo após sua melhor atuação na Rússia, na qual criou muitas chances e poderia ter vencido a Suécia por um placar mais elástico. O jovem time comandado pelo novato Gareth Southgate vem fazendo a torcida acreditar que, enfim, o "futebol está voltando para casa de novo" - como diz a música criada para a Eurocopa de 1996, na Inglaterra, e que vem sendo cantada pelos fãs na campanha na Rússia.

Fonte:
globoesporte.com
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06 julho 2018

Copa do Mundo 2018: Brasil joga mal, perde para a Bélgica que avança para as semifinais da competição

Eliminações entram para a história e são lembradas por ícones. Caniggia em 90. Zidane em 98 e 06. O 7x1 de 2014. A de 2018 tem o carimbo de um trio: De Bruyne, Hazard e Lukaku destruíram a seleção brasileira em 45 minutos, garantiram a vitória por 2 a 1 e colocaram a Bélgica na semifinal da Copa do Mundo. Nem o bom segundo tempo, com gol de Renato Augusto, que entrou muito bem, evitou a frustração de um Brasil que volta para casa sem transformar o bom futebol de praticamente toda a era Tite em título. Atuações individuais ruins como a de Fernandinho no jogo derradeiro, e de Paulinho e Gabriel Jesus ao longo de todo o Mundial, comprometeram a ideia de jogo. Justamente o que os belgas tiveram de melhor: três craques fazendo tudo dar certo.

PRIMEIRO TEMPO

De Bruyne, Hazard e Lukaku fizeram a estratégia belga do contra-ataque se impor. O Brasil não jogou mal, mas perdeu, com Thiago Silva e Paulinho, em duas cobranças de escanteio, chances preciosas ainda no 0x0. O gol contra de Fernandinho, após desvio de Kompany, foi o início de uma noite desastrosa do volante. Pouco depois, ele teve duas chances de fazer falta em Lukaku. Não conseguiu. Paulinho idem. A bola chegou a De Bruyne, que, com um chutaço, não deu chance a Alisson. A Seleção se abalou com a desvantagem de dois gols, inédita com Tite, e, além de não conseguir pressionar, ainda se expôs aos contra-ataques.

SEGUNDO TEMPO

O Brasil voltou com Firmino no lugar de Willian e um novo esquema: 4-4-2, com Gabriel Jesus pela direita. Rapidamente, Douglas Costa entrou em seu lugar. A equipe conseguiu penetrar mais na área belga, mas a bola insistia em cruzá-la sem ser tocada por ninguém até Renato Augusto, que havia substituído Paulinho pouco antes, cabecear com precisão um passe de Coutinho. O mesmo Renato teve chance clara logo depois, mas o chute raspou a trave de Courtois. Coutinho também recebeu de Neymar na área, mas finalizou para fora a última boa oportunidade de empate.

O Brasil segue sem disputar a taça. A última decisão foi em 2002, a do pentacampeonato contra a Alemanha, no Japão.

A Bélgica volta a campo na próxima terça-feira para encarar a França, às 15h, em São Peterburgo, na busca por uma inédita vaga na final. A seleção brasileira, eliminada da Copa do Mundo, tem um compromisso marcado para o segundo semestre: o amistoso do dia 8 de setembro, contra os Estados Unidos, em Nova York.

Fonte: globoesporte.com
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