15 fevereiro 2026

Olimpíadas de Inverno: Brasil é o 1º país da América Latina e o 3º do Hemisfério Sul a garantir medalha olímpica de inverno

ouro de Lucas Pinheiro Braathen no slalom gigante do esqui alpino em Milão-Cortina 2026 colocou o Brasil na lista de países medalhistas em Jogos Olímpicos de Inverno. Com a conquista, o país tornou-se o primeiro da América Latina e apenas o terceiro do Hemisfério Sul a subir ao pódio olímpico em modalidades disputadas na neve ou no gelo.

Até então, apenas Austrália e Nova Zelândia haviam alcançado esse feito entre as nações localizadas abaixo da linha do Equador. A Nova Zelândia foi a pioneira, ao conquistar sua primeira medalha nos Jogos de Albertville-1992. Desde então, o país soma oito medalhas olímpicas de inverno, com dois ouros, três pratas e três bronzes. Na atual edição, já ganhou duas medalhas.

Já a Austrália, apesar de não ter sido a primeira, consolidou-se como a maior potência da parte sul do planeta nos esportes de inverno. A estreia no pódio veio em Lillehammer-1994, e atualmente o país acumula 23 medalhas (nove de ouro, oito de prata e seis de bronze). Em Milão-Cortina 2026, os australianos já conquistaram quatro pódios.

Além de entrar para esse seleto grupo, o Brasil também alcançou outro marco: tornou-se o primeiro país latino-americano – e o primeiro de clima tropical – a conquistar uma medalha de inverno. Até então, o melhor resultado da América Latina era um quarto lugar com o bobsled argentino em St. Moritz 1928.

A medalha de Lucas Pinheiro fez do Brasil a 48ª nação a subir ao pódio em edições de inverno, atingindo o feito antes de países como Islândia, Grécia, Geórgia, Irlanda, Sérvia, Turquia e Lituânia – que jamais subiram ao pódio na competição.

Com 24 participações olímpicas de verão e dez aparições no inverno, o Brasil agora soma 171 medalhas olímpicas em sua história: 41 ouros, 49 pratas e 81 bronzes.

Vale destacar que atletas da América do Sul haviam conquistado medalhas apenas em edições dos Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude. O colombiano Diego Amaya ficou com a prata na prova da largada em massa da patinação de velocidade em Lausanne 2020, enquanto o brasileiro Zion Bethonico foi bronze no snowboard cross em Gangwon 2024.

Fonte: globoesporte.com
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Tênis: Antes do Rio Open, Rafael Matos e Orlando Luz são campeões de duplas do ATP 250 de Buenos Aires

Domingo de título para o tênis brasileiro. Rafael Matos e Orlando Luz se sagraram campeões de duplas do ATP 250 de Buenos Aires. Para conquistar o troféu, precisaram derrotar tenistas argentinos: Nicolás Kicker e Andrea Collarini. A decisão teve placar de 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 6/3, em 1h32min. Foi o primeiro troféu de Rafa e Orlandinho desde que se tornaram parceiros, no início de 2026.

Com o troféu assegurado na Argentina, a dupla volta atenções ao Rio Open. A chave principal do torneio carioca começará nesta segunda-feira, mas a estreia de Rafa e Orlandinho deve ficar para terça. Os adversários da estreia serão o argentino Guido Andreozzi e o francês Manuel Guinard, derrotados pelos brasileiros na semifinal de Buenos 
Aires.

Rafa, de 30 anos, chega ao Rio Open como o atual bicampeão. Número 34 do mundo, o gaúcho venceu a última edição ao lado de Marcelo Melo, que jogará com João Fonseca em 2026. Orlandinho, por sua vez, nunca levantou o troféu do torneio carioca e, aos 28 anos, ocupa a 54ª posição no ranking de duplas da ATP.

Antes do título na Argentina, Rafa e Orlandinho tinham alcançado as quartas de final do Australian Open, primeiro Grand Slam do ano.

Orlando Luz e Rafael Matos com o troféu de duplas do ATP 250 de Buenos Aires — Foto: Reprodução/Argentina Open

Orlando Luz e Rafael Matos beijam troféu de duplas do ATP 250 de Buenos Aires — Foto: Reprodução/Argentina Open

Parabéns aos atletas pela conquista!!!

Fonte: globoesporte.com
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Olimpíadas de Inverno 2026: Lucas Pinheiro voa no slalom gigante e leva ouro histórico para o Brasil nas Olimpíadas de Inverno

Dia 14 de fevereiro de 2026. Uma data que se fez eterna! A ordem de largada já surgiu como um sinal. O nome de Lucas Pinheiro apareceu primeiro, à frente dos outros 80 adversários. Foi o brasileiro de 25 anos quem deu início à prova do slalom gigante, neste sábado, em Bormio, na Itália. E, dali em diante, não largou mais a primeira colocação. Com duas descidas que beiraram a perfeição, sob uma neve que caía persistentemente e temperatura de 3ºC, o esquiador terminou com tempo total de 2min25s00, 0s58 à frente do segundo colocado, o suíço Marco Odermatt. Resultado que garante um ouro histórico, a primeira medalha do Brasil em Olimpíadas de Inverno, e deixa o nome de Lucas gravado no rol de ídolos do esporte verde-amarelo.

A medalha inédita de Lucas Pinheiro para o Brasil também é a primeira da América Latina e a terceira de todo Hemisfério Sul. Austrália e Nova Zelândia já haviam alcançado o feito. O melhor resultado do Brasil até agora, desde Albertville 1992, era o nono lugar conquistado por Isabel Clark no snowboard cross, em Turim 2006.

O ouro histórico de Lucas 🥇

Nascido em Oslo, na Noruega, Lucas é filho de mãe brasileira. Trocou a nacionalidade no esqui alpino em 2024, depois de integrar a delegação norueguesa nas Olimpíadas de Pequim 2022, quando não subiu ao pódio.

Desde que passou a defender a bandeira brasileira, Lucas conquistou medalhas em etapas da Copa do Mundo, mas o principal objetivo sempre foi elevar o patamar olímpico de um país que mal tem neve. Missão cumprida nos Jogos de Milão-Cortina, com direito a hino do Brasil no lugar mais alto do pódio.

O ouro começou a ser construído no início da prova. Primeiro a entrar na pista do slalom gigante, Lucas aproveitou as boas condições da neve, que ainda não carregava marcas da passagem dos atletas. O brasileiro registrou tempo de 1min13s92, 95 centésimos a menos que Odermatt, campeão olímpico em 2022. Era uma vantagem considerável, mas que não tirou a concentração de quem buscava a glória.

– Eu me senti muito conectado com meu coração. Povo do Brasil todo assistindo. Tentei esquiar do jeito que sou, e o resultado foi bom. Vou me reconectar com a minha equipe, fazer as modificações que a gente precisa preparar até a segunda descida. A neve será totalmente diferente, vai estar muito mais "quebrada". Sei como fazer isso muito bem. Vou esquiar com meu coração – disse Lucas.

De fato, o coração esteve presente na descida final. Mas a mente também fez diferença. Concentrado e focado, o brasileiro queria evitar qualquer tipo de erro, dosando o ritmo. Foi apenas o 30º esquiador a entrar na pista (os 30 melhores da primeira tentativa competiram em ordem inversa na segunda). Teve que lidar com condições diferentes, porque nevava bastante, e o percurso já carregava marcas do trabalho de outros atletas. Nada que abalasse a confiança e o desempenho de Lucas, que registrou 1min11s08, com somatório de 2min25s00.

– (A segunda descida) Foi uma guerra. Eu estava puxando, sempre tentando achar velocidade para descer num ritmo bem rápido. Como estávamos falando, a neve fica completamente diferente entre as descidas. É preciso ajustar, e eu consegui isso, encontrar um equilíbrio – explicou o esquiador.

O ouro estava garantido. Só restava comemorar. Lucas se jogou na neve e deixou a emoção tomar conta. Lágrimas incontidas de quem escreveu a história e nunca será esquecido pelos milhões de brasileiros que aprenderam sobre esqui alpino. A partir de agora, é possível dizer: o Brasil tem medalha nos esportes de neve. O Brasil tem um campeão olímpico de inverno!

Para celebrar a glória de Lucas, a organização das Olimpíadas de Milão-Cortina tocou o "Tema da Vitória". A música, conhecida por embalar o sucesso de Ayrton Senna na Fórmula 1, ganha um novo rosto, uma nova história.

– É inexplicável. Eu não sei como colocar as minhas sensações em palavras. Só queria compartilhar com todo mundo que está me assistindo no Brasil. Isso pode ser fonte de inspiração para crianças da próxima geração. Não importa de onde você é, as roupas que veste, a cor da sua pele. O que importa é o que existe dentro. Vim com o coração e a força brasileira para levar essa bandeira para cima do pódio. É do Brasil! – comemorou Lucas, em entrevista ao repórter Guilherme Roseguini, da TV Globo.

Giovanni Ongaro é 31º

Assim como Lucas, Giovanni Ongaro nasceu no exterior – mais precisamente na cidade italiana de Clusone. Filho de mãe brasileira, passou a vestir verde-amarelo em 2024/2025. Terminou a primeira descida como 35º colocado nas Olimpíadas de Milão-Cortina e melhorou o desempenho na segunda tentativa. Com somatório de tempo de 2min34s15, assegurou a 31ª posição entre 81 competidores.

A festa de Lucas, contudo, não poderá se estender muito. O atleta voltará a competir na próxima segunda-feira (16), em busca de uma medalha também no slalom. Será outra prova técnica do esqui alpino, com uma descida mais curta e portas (os obstáculos da pista) mais próximas umas das outras – aproximadamente 13 metros de distância. A disputa exigirá uma precisão ainda maior nas curvas dos esquiadores, e Lucas Pinheiro entende bem do assunto. Por isso, o brasileiro de Oslo tem chances de colocar a bandeira verde-amarela no pódio pela segunda vez.

Giovanni também participará do slalom, na segunda-feira. O Brasil ainda terá um terceiro representante: Christian Oliveira. Alice Padilha, por sua vez, disputará a prova feminina, na quarta.

O pódio do slalom gigante 🎖

🥇 Lucas Pinheiro - Brasil - 2min25s00
🥈 Marco Odermatt - Suíça - 2min25s58
🥉 Loic Meillard - Suíça - 2min26s17

Lucas Pinheiro comemora medalha de ouro no slalom gigante nos Jogos Olímpicos de Inverno — Foto: Reuters

Parabéns ao atleta pela conquista histórica!!!!

Fonte: globoesporte.com
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09 fevereiro 2026

Super Bowl 2026: Defesa dá show, Seahawks vencem Patriots e conquistam o Super Bowl 2026

Depois de 11 anos, a revanche foi conquistada com sucesso. Com uma atuação defensiva dominante, o Seattle Seahawks venceu o New England Patriots por 29 a 13, na noite deste domingo (8), e conquistou o título do Super Bowl LX, no Levi's Stadium, em Santa Clara, na Califórnia, vingando a decisão perdida contra o adversário em 2015. O running back Kenneth Walker foi eleito o MVP da partida.

Como foi o jogo

Início de um ataque só

Após vencer o cara ou coroa, o Seattle Seahawks abriu o placar logo na campanha inicial. Sam Darnold comandou jogadas rápidas e levou a equipe até a red zone, mas o ataque não avançou além. Jason Myers converteu um field goal de 33 jardas e colocou Seattle em vantagem. Na resposta, os Patriots terminaram a primeira posse sem pontuar, com Drake Maye sofrendo um sack.

A partir daí, as equipes emplacaram três campanhas consecutivas sem pontos, com mais pressão da defesa de Seattle sobre Maye. Somente no início do segundo período o ataque dos Seahawks voltou a funcionar. Com duas longas corridas de Kenneth Walker, de 30 e 29 jardas, Seattle avançou novamente, mas teve de se contentar com outro field goal: Myers acertou um chute de 39 jardas e ampliou para 6 a 0.

No restante do primeiro tempo, Maye seguiu encontrando dificuldades e não conseguiu levar o ataque ao campo ofensivo em duas campanhas. Na última posse antes do intervalo, Seattle voltou a avançar e Myers converteu mais um field goal, agora de 41 jardas, levando os Seahawks para o vestiário vencendo por 9 a 0.

O segundo tempo manteve o mesmo roteiro. Os Patriots começaram com um three and out, e, na primeira campanha dos Seahawks no terceiro quarto, Myers acertou novo field goal, novamente de 41 jardas. Na sequência, uma série de punts marcou o restante do período.

Reação no último quarto, mas turnovers decretam derrota

Já no quarto final, os Patriots estavam na linha de 44 jardas do próprio campo em uma terceira descida para seis, quando Drake Maye sofreu mais um sack, que virou fumble. A defesa dos Seahawks recuperou a posse, e na campanha seguinte, Sam Darnold encontrou AJ Barner na end zone para o primeiro touchdown da partida, abrindo 19 a 0.

Maye reagiu na sequência. Com dois passes longos, de 24 e 35 jardas, o quarterback conectou com Mack Hollins para o touchdown que tirou os Patriots do zero. Em seguida, Seattle teve um three and out, e Maye voltou a ter a chance de reduzir ainda mais a desvantagem, mas foi interceptado ao tentar um passe longo.

Com a bola novamente no campo de ataque, Darnold conduziu os Seahawks até posicionar Jason Myers para um chute de 26 jardas, seu quarto field goal na partida. O placar foi a 22 a 7, restando cinco minutos para o fim. Maye ainda conseguiu avançar rapidamente, mas sofreu novo fumble, recuperado pela defesa de Seattle e retornado para touchdown por Uchenna Nwosu, praticamente selando a vitória.

Drake Maye ainda conduziu o ataque dos Patriots a um touchdown na campanha seguinte, com um passe curto para Stefon Diggs, mas falhou na conversão de dois pontos. No onside kick na sequência, o kicker Andrés Borregales chutou a bola na mão do jogador adversário e a posse ficou para os Seahawks. A partir daí, foi gastar o relógio e terminar com a vitória em 29 a 13.

Atropelo na defesa

O título coroa o sucesso da equipe comandada por Mike Macdonald. Foram 14 vitórias na temporada regular, campanha que rendeu a liderança da Conferência Nacional e o bye na primeira rodada dos playoffs. No mata-mata, os Seahawks superaram San Francisco 49ers e Los Angeles Rams até chegarem ao Super Bowl.

Melhor defesa da temporada, o sistema voltou a ser decisivo na final. O ataque dos Patriots alcançou o campo ofensivo apenas uma vez nos três primeiros períodos, sem marcar pontos. Assim, os Seahawks chegaram ao último período vencendo por 19 a 0. New England até reagiu no último período, mas sem ameaçar a vantagem construída ao longo da partida.

A linha defensiva de Seattle forçou três turnovers a Drake Maye, com dois fumbles e uma interceptação, além de seis sacks. Todas as ocasiões geraram pontuação. Foi justamente um touchdown defensivo de Uchenna Nwosu, com fumble retornado para a end zone, que decretou a vitória para os Seahawks no final.

"Ex-fiasco" dá volta por cima

A conquista também representa a volta por cima do quarterback Sam Darnold. Após anos de instabilidade na NFL e de ser rotulado como uma decepção, o jogador reencontrou o bom futebol em Seattle. Ele chegou a igualar uma marca de Tom Brady ao longo da temporada e coroou sua trajetória com o título do Super Bowl.

Darnold se tornou o primeiro quarterback a vencer seu primeiro Super Bowl atuando em sua quinta equipe na liga

Contra os Patriots, ele teve 19 passes certos (50% de aproveitamento), com 202 jardas aéreas e um touchdown, além de um sack.

Pelo lado dos Patriots, Drake Maye se tornou o segundo quarterback mais jovem a iniciar um Super Bowl como titular, aos 23 anos e 162 dias, mas teve atuação discreta. Seu único momento de brilho aconteceu no último período, quando deu passe para dois touchdowns, com direito a uma uma campanha de 65 jardas em apenas 57 segundos.

Destaques ofensivos

O grande destaque ofensivo do Super Bowl foi o running back Kenneth Walker, que teve 27 carregadas e 135 jardas corridas. Ele foi eleito o melhor jogador da final, tornando-se o primeiro jogador da posição a ser eleito o MVP da final da NFL desde 1998, com Terrell Davis (Denver Broncos).

O kicker Jason Myers também teve uma atuação de destaque: ele converteu cinco field goals, estabelecendo um recorde de mais chutes certos em um único Super Bowl. Myers marcou mais da metade dos pontos dos Seahakws, com 17 ao todo.

Este foi o segundo título de Super Bowl da história do Seattle Seahawks, repetindo o feito da temporada 2013. A franquia chegou à grande decisão do futebol americano pela quarta vez. A última aparição havia sido justamente contra os Patriots, quando Seattle acabou derrotado de forma dramática após uma interceptação na linha de uma jarda no fim.

Jogadores do Seahawks com o troféu de campeões do Super Bowl 2026!!! (Foto: site oficial do Seattle Seahawks)

Parabéns ao Seattle Seahawks pela conquista do super bowl 2026!!!

Fonte: globoesporte.com
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Supercopa do Brasil Feminina 2026: Palmeiras vence Corinthians nos pênaltis e fatura Supercopa Feminina

O Palmeiras é campeão da Supercopa do Brasil Feminina. As Palestrinas venceram o Corinthians por 5 a 4 nos pênaltis após empate em 1 a 1 no tempo normal e ficaram com a taça na tarde deste sábado, em Barueri (SP). Jaque abriu o placar para as Brabas e Bia Zaneratto deixou tudo igual para o Verdão. Os gols saíram no primeiro tempo. Nos pênaltis, a goleira Tapia brilhou com três defesas e grantiu o título.

PRIMEIRO TEMPOO jogo começou com domínio corintiano. As Brabas abriram o placar logo aos oito minutos em uma jogada individual de Jaqueline, que driblou a zagueira e acertou um belo chute para balançar as redes. O jogo continuou sendo dominado pelas Brabas, que tiveram uma grande chance com Gabi Zanotti, mas a cabeçada parou na trave.

Na reta final de segundo tempo, as Palestrinas tomaram o controle do jogo e chegaram ao gol na bola longa. Andressinha cruzou para a artilheira Bia Zaneratto e ela cabeceou para o fundo do gol, aos 39 minutos.

A goleira Lelê, do Corinthians, saiu de maca na decisão da Supercopa Feminina contra o Palmeiras ainda no primeiro tempo, na tarde deste sábado, na Arena Barueri. Ela levou a pior em uma dividida com a atacante palmeirense Bia Zaneratto, aos 16 minutos do primeiro tempo. Lelê foi atingida na cabeça pelo joelho direito da jogadora alviverde.

SEGUNDO TEMPO

A etapa final teve menos intensidade que a primeira, com os times se alternando no domínio das ações. A chance mais clara saiu aos 17 minutos, quando Andressa Alves, do Corinthians, avançou pelo meio e chutou de fora da área. A bola desviou e tirou a goleira do lance, indo direto ao travessão. Aos 30, Robledo também quase fez para as Brabas. Ela invadiu a área, driblou Tapia, mas finalizou para fora. O Palmeiras respondeu aos 38, quando Tainá Maranhão arrancou pelo meio, driblou as marcadoras e chutou dentro da área, mas mandou para fora, e no minuto seguinte, quando Brena chutou no cantinho de Nicole, raspando a trave. Aos 45, Érika salvou o Corinthians ao tirar a bola em cima da linha.

Nas penalidades, Bia Zaneratto, Poliana, Duda Santos, Pati Maldaner e Tainá Maranhão fizeram para o Palmeiras. Gláucia parou em Nicole e Brena acertou o travessão. Vic Albuquerque, Thaís Ferreira, Letícia Monteiro e Robledo converteram para as Brabas. Gabi Zanotti, Jhonson e Tamíres pararam em Tapia.

Foi o primeiro título do Palmeiras na competição. O Corinthians tem três e, agora, dois vices.


Palmeiras faturou R$ 1 milhão em premiação por conta do título da Supercopa do Brasil Feminina. As Brabas ficaram com R$ 600 mil.

Jogadoras do Palmeiras com o troféu de campeãs da Supercopa do Brasil Feminina 2026!!!(Foto: Fabio Menotti/Palmeiras/by Canon)

Parabéns ao Palmeiras pela conquista da Supercopa Feminina 2026!!!

Fonte: globoesporte.com
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01 fevereiro 2026

Supercopa do Brasil 2026: Corinthians bate o Flamengo na decisão e é campeão da Supercopa do Brasil

O Corinthians é Supercampeão! Deu Timão em Brasília! A equipe comandada por Dorival Júnior venceu o Flamengo por 2 a 0, na Supercopa do Brasil neste domingo, no estádio Mané Garrincha. Os gols foram marcados por Gabriel Paulista e Yuri Alberto.

Primeiro tempo

No primeiro tempo, o Flamengo controlava a posse, mas apresentava dificuldades para encaixar boas oportunidades para finalizar. O Corinthians, por outro lado, buscava o contra-ataque e era mais agudo na parte ofensiva para ameaçar o gol de Rossi. O placar foi aberto justamente após uma jogada aguda em velocidade do Timão, que culminou em escanteio. Na bola parada, Gabriel Paulista aproveitou desvio de Gustavo Henrique para balançar as redes. Depois do gol, o Flamengo seguia com dificuldades para finalizar, e foi o Corinthians que teve chance para ampliar, aos 37 minutos, em novo contra-ataque fulminante, com chute de Memphis para grande defesa de Rossi.

Expulsão inusitada no intervalo

A volta do intervalo contou com um capítulo bastante inusitado. Carrascal foi expulso pelo árbitro Rafael Klein depois de fazer uma falta em Bidon pouco antes do fim do primeiro tempo. O lance, porém, só foi revisado no retorno de Flamengo e Corinthians do vestiário. O árbitro liberou as equipes para o intervalo e só foi ao vídeo quando os times voltaram a campo. Antes de dar início ao segundo tempo, ele revisou o lance e deu o vermelho para o colombiano.

Segundo tempo

Apesar de estar com um jogador a menos, o Flamengo voltou melhor na segunda etapa e acumulou boas oportunidades para empatar. Logo nos primeiros minutos, Pulgar teve ótima chance, em cabeçada que parou no travessão de Hugo Souza. A chance mais cristalina, porém, cairia nos pés de Lucas Paquetá, que fazia sua reestreia pelo Flamengo justamente neste domingo. Aos 48 minutos, depois de cruzamento de Ayrton Lucas, o novo camisa 20 rubro-negro pegou sobra na área, dominou livre na entrada da pequena área, mas finalizou por cima e perdeu gol incrível! O Corinthians seguia ameaçando em contra-ataques, e, no último lance do jogo, Yuri Alberto foi fatal. O Flamengo lançou-se ao ataque para buscar o empate e cedeu espaços no sistema defensivo. O atacante do Timão aproveitou bonito toque de Kaio César, disparou em velocidade, deu lindo chapéu em Rossi e finalizou para dar números finais no placar no Mané Garrincha.

Reestreia de Paquetá

A partida marcou a reestreia de Lucas Paquetá pelo Flamengo, mas não foi como o torcedor gostaria. O meia entrou aos 12 minutos da segunda etapa, mas teve atuação discreta. Caiu nos pés do camisa 20 a mais clara do Flamengo no jogo - que poderia culminar no empate da partida, já aos 48 minutos. No lance, após cruzamento de Ayrton Lucas da intermediária, Paquetá pegou a sobra livre na entrada da pequena área, mas finalizou por cima e perdeu gol incrível.

O Corinthians faturou o primeiro título da temporada na Supercopa Rei e também encheu os cofres com a premiação do torneio. O clube paulista arrecadou R$ 11,61 milhões. O dinheiro será muito bem-vindo aos combalidos cofres corintianos. O clube enfrenta uma grande crise financeira, com dívida bruta na casa dos R$ 2,8 bilhões. O Flamengo, por sua vez, levou para casa R$ 6,35 milhões em premiação.

Com o título, o Corinthians conquistou o bicampeonato da Supercopa do Brasil. O Flamengo é o maior campeão do torneio, com três taças. Veja a lista abaixo:

  • Flamengo - 3 títulos
  • Corinthians - 2 títulos
  • Grêmio - 1 título
  • Atlético-MG - 1 título
  • Palmeiras - 1 título
  • São Paulo - 1 título

 Corinthians levanta a taça da Supercopa do Brasil (Foto: EFE/André Borges)

Parabéns ao Corinthians pela conquista da Supercopa do Brasil 2026!!!

Fonte: globoesporte.com
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