18 agosto 2026

Supercopa da França 2026: Lens bate PSG e conquista a Supercopa da França pela primeira vez

O Lens conquistou o seu primeiro título da Supercopa da França, em 120 anos de história do clube. E foi merecidíssimo, com uma vitória por 1 a 0 sobre o atual Paris Saint-Germain campeão europeu e mundial, em casa no estádio Bollaert-Delelis. O atacante Thauvin, capitão e camisa 10 do time, fez o gol da vitória aos 31 minutos do primeiro tempo. Aos 37, o zagueiro Kyllian Antonio foi expulso, o que deixou o PSG com um homem a mais por 51 minutos, até o lateral Nuno Mendes também receber um cartão vermelho no final do segundo tempo. Taça inédita para o Lens, atual campeão da Copa da França e segundo colocado no último Campeonato Francês.

Primeiro tempo

O PSG começou a partida com mais volume, controlando o ritmo na maior parte do tempo e criando as principais oportunidades, mas pecava na hora de finalizar. 

Sem conseguir transformar a superioridade em gol, o time parisiense viu o Lens aproveitar uma jogada confusa dentro da área aos 32 minutos. 

A bola sobrou para Udol, que cruzou rasteiro para Thauvin. O camisa 10 apareceu livre e mandou para as redes, abrindo o placar. 

 A vantagem, porém, durou pouco em termos de tranquilidade. Minutos depois, Kyllian Antonio foi expulso após uma entrada forte em Akliouche, deixando a equipe da casa com um jogador a menos. 

Com superioridade numérica, o atual campeão francês e da Champions League aumentou a pressão e passou a dominar ainda mais as ações ofensivas, mas não conseguiu encontrar o caminho do gol antes do intervalo.

Segundo tempo

Com a superioridade numérica, o PSG voltou do intervalo com Dembélé, Fabián Ruiz e Nuno Mendes, buscando aumentar a pressão sobre o Lens. 

A estratégia surtiu efeito, e a equipe criou uma grande oportunidade aos 15 minutos, após uma bela jogada coletiva. Nuno Mendes recebeu em condição de finalizar cara a cara com Risset, mas o goleiro levou a melhor e evitou o empate.

O time parisiense continuou rondando a área adversária e chegou a balançar as redes após um belo lançamento de Vitinha para Doué, que encontrou Fabián Ruiz livre. 

O espanhol marcou, mas o gol foi anulado por impedimento após revisão do VAR. Pouco depois, o PSG voltou a assustar em outra jogada de Doué, que deixou a bola para Dembélé finalizar frente a frente com o goleiro.

Mesmo com um jogador a menos, o Lens também encontrou espaço para atacar e teve uma oportunidade clara de definir a partida: Skóras recebeu com o gol praticamente aberto após Safonov sair da meta, mas finalizou para fora. Na sequência, o PSG perdeu sua vantagem numérica. 

Nuno Mendes se envolveu em uma disputa com Skóras e acabou expulso após acertar uma cotovelada, deixando as duas equipes com dez jogadores em campo e mudando novamente o cenário da decisão. 

Com a igualdade numérica tudo dificultou e o PSG não conseguiu reagir no confronto.

Lens supera o favorito Paris Saint-Germain e conquista o título da Supercopa da França 2026 (Foto: AFP)

Parabéns ao Lens pela conquista da supercopa da França 2026!!!!

Fonte: globoesporte.com e lance

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16 agosto 2026

Supercopa da Inglaterra 2026: Arsenal atropela o City e conquista a Supercopa da Inglaterra

O Arsenal abriu a temporada na Inglaterra com um belo cartão de visitas: atropelou e venceu o Manchester City por 3 a 0, neste domingo, conquistando a Supercopa da Inglaterra, em Cardiff, no País de Gales. Calafiori - no primeiro minuto de jogo -, Havertz e Ödegaard marcaram os gols da conquista diante do time de Enzo Maresca, que fez sua estreia oficial no comando do City.

O campeão da última Premier League levou a melhor sobre os vencedores da Copa da Inglaterra no confronto que abre oficialmente a temporada na elite do futebol inglês. E o time de Mikel Arteta, também vice-campeão europeu em 2025/26, teve uma grande atuação: ajudado pelo gol no primeiro minuto, dominou as ações e foi certeiro na estratégia.

Havertz, ainda no primeiro tempo, encaminhou a vitória diante de um City que mostrou muita dificuldade, embora tenha criado chances que pararam em defesas de Raya. O Arsenal, porém, chegou ao 3 a 0 na etapa final - e ainda poderia ter ampliado a diferença. O time de Mikel Arteta teve uma estreia que o consolida como a equipe a ser batida na temporada 2026/27 na Inglaterra.

Um dos principais reforços do Arsenal para a temporada, Bruno Guimarães foi titular no primeiro jogo oficial de 2026/27. O brasileiro, comprado junto ao Newcastle, foi escalado de início por Mikel Arteta e teve boa atuação no meio de campo. Após o intervalo, deu lugar a Rice.

Três brasileiros que são alvos de propostas nesta janela de transferências não foram relacionados para o duelo entre Arsenal e Manchester City, na Supercopa da Inglaterra, neste domingo. Do lado do Arsenal, Gabriel Martinelli e Gabriel Jesus - e no City, Savinho. O espanhol Rodri também nem foi listado para o jogo. 

Arsenal conquista a Supercopa da Inglaterra diante do Manchester City (Foto: Getty Images/EDDIE KEOGH)

Parabéns ao Arsenal pela conquista da Supercopa da Inglaterra 2026!!!

Fonte: globoesporte.com
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Mundial de Ginástica Rítmica 2026: Brasil conquista dois ouros inéditos no Mundial de GR com maiores notas do mundo em 2026

A medalha de ouro estampou o peito do conjunto do Brasil no Mundial de ginástica rítmica. E em dose dupla! Depois de terem conquistado o bronze na prova geral e faturado a vaga antecipada para as Olimpíadas de 2028, as brasileiras voltaram à quadra de Frankfurt neste domingo para as finais por aparelhos. Ao som de "Feeling Good", um clássico do jazz, as ginastas cravaram a série simples (cinco bolas) para receberem 29,450 pontos, a maior nota do mundo de toda a temporada dos conjuntos. Horas depois, ao som de "Abracadabra", hit de Lady Gaga, repetiram o notaço na série mista (três arcos e dois pares de maças). Duda Arakaki, Sofia Madeira, Nicole Píricio, Mariane Gonçalves, Maria Paula Caminha e Julia Kurunczi podem dizer: "Eu sou campeã mundial". Conquistas inéditas.

"A gente vai cantar o hino!" A técnica Camila Ferezin celebrava em lágrimas ao fim da final das cinco bolas. Lágrimas de um desabafo. O Brasil chegou à final da série simples apenas com a oitava e última vaga. Determinadas a colocar para trás a falha que quase tirou o país do pódio na prova geral de sábado, as brasileiras desta vez mostraram a rotina completa de "Feeling Good". Um enredo que destaca a sensualidade e o desabrochar de meninas se tornando mulheres. Mulheres agora campeãs mundiais em dose dupla. "Abracadabra" selou o feitiço brasileiro na série mista para encantar o Mundial e dominar o topo do pódio do conjunto neste domingo.

- A gente acreditava muito que era possível. Esse é um dos pontos mais importantes da nossa equipe. É acreditar antes de acontecer. Isso é ter fé. A gente tinha muita fé que a gente poderia fazer ainda melhor as nossas séries. A medalha é consequência. A gente está muito feliz. O mais importante é quando cravamos a série. A gente trabalha muito pra isso. Acima de medalha, de resultado, a gente quer entrar lá e fazer nosso melhor e sair feliz com o nosso trabalho. Todo mundo está orgulhoso do nosso trabalho. Muita alegria. Estamos muito emocionadas. Sempre foi um sonho. Poder ver a bandeira do Brasil no lugar mais alto, poder representar nosso povo, nossa família, não tem preço - disse Duda Arakaki, capitã do conjunto brasileiro.

Até o Mundial do ano passado, uma medalha era um sonho para o Brasil. Em casa no Rio de Janeiro, duas pratas materializaram esse sonho na prova geral e na série mista. O bronze da prova geral em Frankfurt trouxe o gosto da inédita vaga olímpica antecipada. Faltava só um título para coroar a trajetória de evolução do conjunto verde-amarelo na modalidade. Veio em dose dupla.

- Essa medalha representa que todo o sacrifício valeu a pena. Foram longos anos correndo atrás dessa medalha. Mesmo não acreditando lá atrás, a gente trabalhou como se fosse possível. Esse possível foi chegando e veio nesse momento, depois de 15 anos de muito trabalho, muita dedicação. A gente tá sem acreditar - disse a técnica Camila Ferezin.

As finais

Cinco bolas

A seleção brasileira foi a terceira a se apresentar na final da série simples. Depois de ter avançado à decisão com a oitava e última vaga por causa da falha em uma colaboração na classificatória, o Brasil deu um show com uma série cravadíssima. A celebração ao fim da rotina já antecipava o que estava por vir: a notaça 29,450. Bem maior que os 26,800 do sábado. Maior que os 28,400 da Bulgária, então líder da final. Maior até que os 29,250 que o Brasil tirou na final do Campeonato Pan-Americano, até então maior nota do mundo na temporada.

Ainda restavam cinco conjuntos para se apresentar, mas o Brasil colocou o sarrafo muito no alto. A China, atual campeã olímpica, cravou a série, mas chegou aos 28,900 pontos, insuficientes para desbancar as brasileiras. 

Depois uma a uma, as rivais foram cometendo erros. Campeã da prova geral e líder da classificatória com 28,500, a Espanha cometeu uma falha e tirou 27,450. A anfitriã Alemanha foi a última a competir, teve um erro grave e ficou com 25,400 pontos. O ouro inédito estava selado.

Série mista

Com o ouro inédito em mãos, o Brasil entrou leve na final da série mista. Ao som de "Abracadabra", as damas de vermelho se vestiram com um novo collant para lançar um novo feitiço na quadra de Frankfurt. Novamente o terceiro conjunto a se apresentar, o Brasil mais uma vez cravou a rotina da Lady Gaga. Segunda melhor nota da prova no sábado com 28,700, o conjunto verde-amarelo conseguiu mais um 29,450. Já tinha a maior nota do mundo em 2026 na série simples e igualou a marca na série mista.

Campeã da prova geral e líder da classificatória com 28,950, a Espanha veio logo em seguida e também cravou a série, mas não foi o suficiente para alcançar as brasileiras: 29,050. Terceiro colocado da classificatória, o Japão cometeu pequenas falhas e acabou desbancado do pódio pela Bulgária, que acertou a série para 28,750. Coube à Ucrânia fechar a disputa. Justamente as atuais campeãs mundiais da série mista, que no ano passado tiraram o ouro do Brasil em casa. Desta vez as ucranianas deixaram as maças caírem por duas vezes. O título era do Brasil.

O Brasil já tinha a maior nota do mundo na série simples com os 29,250 do Campeonato Pan-Americano de junho. Aumentar a nota em uma final de Mundial era uma missão difícil, mas elas sabiam que tinham série para isso. Foram premiadas com 29,450 pela rotina cravada. Atual campeã olímpica, a China ficou com a prata (28,900). Campeã olímpica do Jogos de Tóquio, a Bulgária foi bronze (28,400).

Na série mista, o Brasil tinha a terceira maior nota da temporada, os 28,900 do Pan-Americano. A nova nota 29,450 fez o conjunto verde-amarelo passar Espanha (28,950) e China (29,250) para assumir a liderança do ano. Campeãs da prova geral no sábado, as espanholas ficaram com a prata mesmo cravando a série para 29,050. A Bulgária completou o pódio, com 28,750.

Todas as medalhistas do Mundial de GR

Conjunto geral
1 - Espanha - 57,450 pontos
2 - Japão - 56,700
3 - Brasil - 55,500

Conjunto simples (cinco bolas)
1 - Brasil - 29,450
2 - China - 28,900
3 - Bulgária - 28,400

Conjunto misto (três arcos e dois pares de maças)
1 - Brasil - 29,450
2 - Espanha - 29,050
3 - Bulgária - 28,750

Individual geral
1 - Darja Varfolomeev (Alemanha) - 119,500
2 - Stiliana Nikolova (Bulgária) - 117,600
3 - Sofia Raffaeli (Itália) - 117,550

Arco individual
1 - Taisiia Onofriichuk (Ucrânia) - 30,700
2 - Sofia Raffaeli (Itália) - 30,500
3 - Darja Varfolomeev (Alemanha) - 30,400

Bola individual
1 - Darja Varfolomeev (Alemanha) - 30,350
2 - Sofiia Ilteriakova (Rússia) - 29,800
3 - Mariia Borisova (Rússia) - 29,150

Maças individual
1 - Stiliana Nikolova (Bulgária) - 30,150
2 - Taisiia Onofriichuk (Ucrânia) - 30,050
3 - Mariia Borisova (Rússia) - 30,050

Fita individual
1 - Darja Varfolomeev (Alemanha) - 30,500
2 - Stiliana Nikolova (Bulgária) - 30,450
3 - Mariia Borisova (Rússia) - 29,900

Equipe (conjunto + individual)
1 - Rússia - 278,300
2 - Bulgária - 276,050
3 - China - 275,400

Conjunto Brasil Mundial ginástica rítmica — Foto: MeloGym/CBG

Parabéns as atletas pelas conquistas no Mundial de Ginástica Rítmica!!!

Fonte:
globoesporte.com
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Supercopa da Europa 2026: PSG vence o Aston Villa e é bicampeão da Supercopa da Europa

A temporada na Europa começou de fato nesta quarta-feira, e o Paris Saint-Germain já garantiu o seu primeiro título. O PSG venceu o Aston Villa por 2 a 1 na Red Bull Arena, em Salzburgo, na Áustria, e conquistou a Supercopa da Europa 2026. O atacante Kvaratskhelia abriu o placar aos 19 minutos do primeiro tempo, mas o centroavante Madjo empatou perto do fim da etapa. A equipe inglesa, aliás, deu bastante trabalho ao PSG. Só que o ponta Doué fez o gol da vitória do time francês aos 15 minutos do segundo tempo (o lance foi validado após revisão do VAR). Essa é a segunda vez, e seguida, que o Paris Saint-Germain ganha a Supercopa da Europa.
Hakimi, Marquinhos, Pacho, Nuno Mendes, Vitinha, João Neves, Fabián Ruiz, Doué, Akliouche, Dembélé, Kvaratskhelia...O PSG tem um elenco recheado de excelentes jogadores, que mesmo com pouco tempo de treino antes da Supercopa da Europa, conseguem entregar um futebol de alto nível. Doué deu uma assistência, para o gol de Kvara, e também guardou o seu. O Paris Saint-Germain é agora bicampeão da Champions League e da Supercopa.
O atacante Brian Madjo, de apenas 17 anos e 212 dias de idade, se tornou o jogador mais jovem na história da Uefa a fazer um gol numa decisão de Supercopa da Europa. Esse foi o primeiro gol dele pelo Aston Villa, em seu primeiro jogo oficial pelo time inglês.
Paris Saint-Germain x Aston Villa - Supercopa da Europa 2026 (Foto: Reuters)
Parabéns ao PSG pela conquista da Supercopa da Europa!!!!
Fonte: globoesporte.com

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02 agosto 2026

Copa Sul-Americana de vôlei feminino 2026: Seleção "B" bate Colômbia e é campeã da Copa Sul-Americana

Num domingo marcado pela frustração com o vice-campeonato da Liga das Nações, uma outra seleção brasileira fez bonito numa final. Representado por uma equipe "B", o Brasil, do técnico Wagão, conquistou a Copa Sul-Americana Feminina de Vôlei ao bater a Colômbia por 3 sets a 0 (parciais de 25/22, 25/21 e 25/22) em Lima. Foi o primeiro título brasileiro em duas edições da Copa Sul-Americana Feminina, disputada pela primeira vez em 2025.

A competição realizada em Lima serviu como qualificatória para o Campeonato Sul-Americano de Vôlei Feminino, que acontece de 8 e 13 de setembro, no Maracanãzinho, no Rio. O torneio servirá como Pré-Olímpico para os Jogos de Los Angeles 2028.

Classificaram-se para o Campeonato Sul-Americano: Colômbia (vice-campeã), Argentina (3º), Chile (4º), Peru (5º) e Venezuela (6º) - o Brasil (1º) já estava garantido por ser o anfitrião do Pré-Olímpico. Bolívia (7º) e Equador (8º) são as duas únicas seleções que não estarão no Maracanãzinho em setembro.

O jogo

O jogo começou equilibrado, mas com leve perdomínio da Colômbia, que é dirigida pelo brasileiro Guilherme Schmitz. Quando o adversário abriu 12 a 9, o técnico Wagão parou o jogo pela primeira vez. Mesmo com o tempo técnico, as colombianas continuaram melhores, chegando a 18 a 13 num ponto de Valerin. Só que o Brasil não desistiu, reagindo na sequência. O ponto da virada veio num bloqueio de Karina: 23 a 22. Embalada, a seleção foi com tudo em busca da vitória no set e conseguiu, quando Lanna marcou 25 a 22.

O segundo set começou com o panorama parecido com o início do primeiro. Administrando uma pequena vantagem, a Colômbia liderou o placar até Mari Brambilla igualar em 9 a 9. A virada veio no ponto seguinte num bloqueio de Juju Granda: 10 a 9. O set seguiu equilibrado até Jaque Schmitz atacar pela direita e fazer 20 a 18. Pouco depois, Ramirez errou um ataque, e o Brasil fez 22 a 19. A Colômbia sentiu, e as brasileiras aproveitaram para fechar em 25 a 21. O ponto decisivo foi anotado por Juju Granda.

Veio o terceiro set, e o jogo manteve o seu roteiro até Maria Alejandra Marín atacar para fora, e o Brasil fazer 10 a 7. A partir de então, a seleção brasileira passou a administrar a pequena vantagem. Num ponto de Jaque Schmitz, o time verde-amarelo marcou 15 a 12. Minutos depois, Juju Granda atacou no fundo da quadra e fez 19 a 17. A vitória brasileira estava madura e ela ficou ainda mais próxima quando o árbitro pegou um toque na rede das colombianas: 23 a 19. Na sequência, Jaque Schmitz fez 24 a 20, conseguindo o primeiro match point. Restava o ponto da vitória e ele veio numa condução colombiana: 25 a 22. Brasil campeão!

As convocadas do Brasil

Levantadoras: Bruninha, Kenya e Vivian
Opostas: Sabrina, Jaque Schmitz
Ponteiras: Aline Segato, Glayce Kelly, Karina Souza e Mari Brambilla
Centrais: Juju Granda, Lanna e Lívia
Líberos: Kika e Paulina

Parabéns a seleção brasileira feminina pela conquista da Copa Sul-Americana 2026!!!

Fonte: globoesporte.com
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