16 agosto 2026

Supercopa da Inglaterra 2026: Arsenal atropela o City e conquista a Supercopa da Inglaterra

O Arsenal abriu a temporada na Inglaterra com um belo cartão de visitas: atropelou e venceu o Manchester City por 3 a 0, neste domingo, conquistando a Supercopa da Inglaterra, em Cardiff, no País de Gales. Calafiori - no primeiro minuto de jogo -, Havertz e Ödegaard marcaram os gols da conquista diante do time de Enzo Maresca, que fez sua estreia oficial no comando do City.

O campeão da última Premier League levou a melhor sobre os vencedores da Copa da Inglaterra no confronto que abre oficialmente a temporada na elite do futebol inglês. E o time de Mikel Arteta, também vice-campeão europeu em 2025/26, teve uma grande atuação: ajudado pelo gol no primeiro minuto, dominou as ações e foi certeiro na estratégia.

Havertz, ainda no primeiro tempo, encaminhou a vitória diante de um City que mostrou muita dificuldade, embora tenha criado chances que pararam em defesas de Raya. O Arsenal, porém, chegou ao 3 a 0 na etapa final - e ainda poderia ter ampliado a diferença. O time de Mikel Arteta teve uma estreia que o consolida como a equipe a ser batida na temporada 2026/27 na Inglaterra.

Um dos principais reforços do Arsenal para a temporada, Bruno Guimarães foi titular no primeiro jogo oficial de 2026/27. O brasileiro, comprado junto ao Newcastle, foi escalado de início por Mikel Arteta e teve boa atuação no meio de campo. Após o intervalo, deu lugar a Rice.

Três brasileiros que são alvos de propostas nesta janela de transferências não foram relacionados para o duelo entre Arsenal e Manchester City, na Supercopa da Inglaterra, neste domingo. Do lado do Arsenal, Gabriel Martinelli e Gabriel Jesus - e no City, Savinho. O espanhol Rodri também nem foi listado para o jogo. 

Arsenal conquista a Supercopa da Inglaterra diante do Manchester City (Foto: Getty Images/EDDIE KEOGH)

Parabéns ao Arsenal pela conquista da Supercopa da Inglaterra 2026!!!

Fonte: globoesporte.com
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Mundial de Ginástica Rítmica 2026: Brasil conquista dois ouros inéditos no Mundial de GR com maiores notas do mundo em 2026

A medalha de ouro estampou o peito do conjunto do Brasil no Mundial de ginástica rítmica. E em dose dupla! Depois de terem conquistado o bronze na prova geral e faturado a vaga antecipada para as Olimpíadas de 2028, as brasileiras voltaram à quadra de Frankfurt neste domingo para as finais por aparelhos. Ao som de "Feeling Good", um clássico do jazz, as ginastas cravaram a série simples (cinco bolas) para receberem 29,450 pontos, a maior nota do mundo de toda a temporada dos conjuntos. Horas depois, ao som de "Abracadabra", hit de Lady Gaga, repetiram o notaço na série mista (três arcos e dois pares de maças). Duda Arakaki, Sofia Madeira, Nicole Píricio, Mariane Gonçalves, Maria Paula Caminha e Julia Kurunczi podem dizer: "Eu sou campeã mundial". Conquistas inéditas.

"A gente vai cantar o hino!" A técnica Camila Ferezin celebrava em lágrimas ao fim da final das cinco bolas. Lágrimas de um desabafo. O Brasil chegou à final da série simples apenas com a oitava e última vaga. Determinadas a colocar para trás a falha que quase tirou o país do pódio na prova geral de sábado, as brasileiras desta vez mostraram a rotina completa de "Feeling Good". Um enredo que destaca a sensualidade e o desabrochar de meninas se tornando mulheres. Mulheres agora campeãs mundiais em dose dupla. "Abracadabra" selou o feitiço brasileiro na série mista para encantar o Mundial e dominar o topo do pódio do conjunto neste domingo.

- A gente acreditava muito que era possível. Esse é um dos pontos mais importantes da nossa equipe. É acreditar antes de acontecer. Isso é ter fé. A gente tinha muita fé que a gente poderia fazer ainda melhor as nossas séries. A medalha é consequência. A gente está muito feliz. O mais importante é quando cravamos a série. A gente trabalha muito pra isso. Acima de medalha, de resultado, a gente quer entrar lá e fazer nosso melhor e sair feliz com o nosso trabalho. Todo mundo está orgulhoso do nosso trabalho. Muita alegria. Estamos muito emocionadas. Sempre foi um sonho. Poder ver a bandeira do Brasil no lugar mais alto, poder representar nosso povo, nossa família, não tem preço - disse Duda Arakaki, capitã do conjunto brasileiro.

Até o Mundial do ano passado, uma medalha era um sonho para o Brasil. Em casa no Rio de Janeiro, duas pratas materializaram esse sonho na prova geral e na série mista. O bronze da prova geral em Frankfurt trouxe o gosto da inédita vaga olímpica antecipada. Faltava só um título para coroar a trajetória de evolução do conjunto verde-amarelo na modalidade. Veio em dose dupla.

- Essa medalha representa que todo o sacrifício valeu a pena. Foram longos anos correndo atrás dessa medalha. Mesmo não acreditando lá atrás, a gente trabalhou como se fosse possível. Esse possível foi chegando e veio nesse momento, depois de 15 anos de muito trabalho, muita dedicação. A gente tá sem acreditar - disse a técnica Camila Ferezin.

As finais

Cinco bolas

A seleção brasileira foi a terceira a se apresentar na final da série simples. Depois de ter avançado à decisão com a oitava e última vaga por causa da falha em uma colaboração na classificatória, o Brasil deu um show com uma série cravadíssima. A celebração ao fim da rotina já antecipava o que estava por vir: a notaça 29,450. Bem maior que os 26,800 do sábado. Maior que os 28,400 da Bulgária, então líder da final. Maior até que os 29,250 que o Brasil tirou na final do Campeonato Pan-Americano, até então maior nota do mundo na temporada.

Ainda restavam cinco conjuntos para se apresentar, mas o Brasil colocou o sarrafo muito no alto. A China, atual campeã olímpica, cravou a série, mas chegou aos 28,900 pontos, insuficientes para desbancar as brasileiras. 

Depois uma a uma, as rivais foram cometendo erros. Campeã da prova geral e líder da classificatória com 28,500, a Espanha cometeu uma falha e tirou 27,450. A anfitriã Alemanha foi a última a competir, teve um erro grave e ficou com 25,400 pontos. O ouro inédito estava selado.

Série mista

Com o ouro inédito em mãos, o Brasil entrou leve na final da série mista. Ao som de "Abracadabra", as damas de vermelho se vestiram com um novo collant para lançar um novo feitiço na quadra de Frankfurt. Novamente o terceiro conjunto a se apresentar, o Brasil mais uma vez cravou a rotina da Lady Gaga. Segunda melhor nota da prova no sábado com 28,700, o conjunto verde-amarelo conseguiu mais um 29,450. Já tinha a maior nota do mundo em 2026 na série simples e igualou a marca na série mista.

Campeã da prova geral e líder da classificatória com 28,950, a Espanha veio logo em seguida e também cravou a série, mas não foi o suficiente para alcançar as brasileiras: 29,050. Terceiro colocado da classificatória, o Japão cometeu pequenas falhas e acabou desbancado do pódio pela Bulgária, que acertou a série para 28,750. Coube à Ucrânia fechar a disputa. Justamente as atuais campeãs mundiais da série mista, que no ano passado tiraram o ouro do Brasil em casa. Desta vez as ucranianas deixaram as maças caírem por duas vezes. O título era do Brasil.

O Brasil já tinha a maior nota do mundo na série simples com os 29,250 do Campeonato Pan-Americano de junho. Aumentar a nota em uma final de Mundial era uma missão difícil, mas elas sabiam que tinham série para isso. Foram premiadas com 29,450 pela rotina cravada. Atual campeã olímpica, a China ficou com a prata (28,900). Campeã olímpica do Jogos de Tóquio, a Bulgária foi bronze (28,400).

Na série mista, o Brasil tinha a terceira maior nota da temporada, os 28,900 do Pan-Americano. A nova nota 29,450 fez o conjunto verde-amarelo passar Espanha (28,950) e China (29,250) para assumir a liderança do ano. Campeãs da prova geral no sábado, as espanholas ficaram com a prata mesmo cravando a série para 29,050. A Bulgária completou o pódio, com 28,750.

Todas as medalhistas do Mundial de GR

Conjunto geral
1 - Espanha - 57,450 pontos
2 - Japão - 56,700
3 - Brasil - 55,500

Conjunto simples (cinco bolas)
1 - Brasil - 29,450
2 - China - 28,900
3 - Bulgária - 28,400

Conjunto misto (três arcos e dois pares de maças)
1 - Brasil - 29,450
2 - Espanha - 29,050
3 - Bulgária - 28,750

Individual geral
1 - Darja Varfolomeev (Alemanha) - 119,500
2 - Stiliana Nikolova (Bulgária) - 117,600
3 - Sofia Raffaeli (Itália) - 117,550

Arco individual
1 - Taisiia Onofriichuk (Ucrânia) - 30,700
2 - Sofia Raffaeli (Itália) - 30,500
3 - Darja Varfolomeev (Alemanha) - 30,400

Bola individual
1 - Darja Varfolomeev (Alemanha) - 30,350
2 - Sofiia Ilteriakova (Rússia) - 29,800
3 - Mariia Borisova (Rússia) - 29,150

Maças individual
1 - Stiliana Nikolova (Bulgária) - 30,150
2 - Taisiia Onofriichuk (Ucrânia) - 30,050
3 - Mariia Borisova (Rússia) - 30,050

Fita individual
1 - Darja Varfolomeev (Alemanha) - 30,500
2 - Stiliana Nikolova (Bulgária) - 30,450
3 - Mariia Borisova (Rússia) - 29,900

Equipe (conjunto + individual)
1 - Rússia - 278,300
2 - Bulgária - 276,050
3 - China - 275,400

Conjunto Brasil Mundial ginástica rítmica — Foto: MeloGym/CBG

Parabéns as atletas pelas conquistas no Mundial de Ginástica Rítmica!!!

Fonte:
globoesporte.com
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Supercopa da Europa 2026: PSG vence o Aston Villa e é bicampeão da Supercopa da Europa

A temporada na Europa começou de fato nesta quarta-feira, e o Paris Saint-Germain já garantiu o seu primeiro título. O PSG venceu o Aston Villa por 2 a 1 na Red Bull Arena, em Salzburgo, na Áustria, e conquistou a Supercopa da Europa 2026. O atacante Kvaratskhelia abriu o placar aos 19 minutos do primeiro tempo, mas o centroavante Madjo empatou perto do fim da etapa. A equipe inglesa, aliás, deu bastante trabalho ao PSG. Só que o ponta Doué fez o gol da vitória do time francês aos 15 minutos do segundo tempo (o lance foi validado após revisão do VAR). Essa é a segunda vez, e seguida, que o Paris Saint-Germain ganha a Supercopa da Europa.
Hakimi, Marquinhos, Pacho, Nuno Mendes, Vitinha, João Neves, Fabián Ruiz, Doué, Akliouche, Dembélé, Kvaratskhelia...O PSG tem um elenco recheado de excelentes jogadores, que mesmo com pouco tempo de treino antes da Supercopa da Europa, conseguem entregar um futebol de alto nível. Doué deu uma assistência, para o gol de Kvara, e também guardou o seu. O Paris Saint-Germain é agora bicampeão da Champions League e da Supercopa.
O atacante Brian Madjo, de apenas 17 anos e 212 dias de idade, se tornou o jogador mais jovem na história da Uefa a fazer um gol numa decisão de Supercopa da Europa. Esse foi o primeiro gol dele pelo Aston Villa, em seu primeiro jogo oficial pelo time inglês.
Paris Saint-Germain x Aston Villa - Supercopa da Europa 2026 (Foto: Reuters)
Parabéns ao PSG pela conquista da Supercopa da Europa!!!!
Fonte: globoesporte.com

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02 agosto 2026

Copa Sul-Americana de vôlei feminino 2026: Seleção "B" bate Colômbia e é campeã da Copa Sul-Americana

Num domingo marcado pela frustração com o vice-campeonato da Liga das Nações, uma outra seleção brasileira fez bonito numa final. Representado por uma equipe "B", o Brasil, do técnico Wagão, conquistou a Copa Sul-Americana Feminina de Vôlei ao bater a Colômbia por 3 sets a 0 (parciais de 25/22, 25/21 e 25/22) em Lima. Foi o primeiro título brasileiro em duas edições da Copa Sul-Americana Feminina, disputada pela primeira vez em 2025.

A competição realizada em Lima serviu como qualificatória para o Campeonato Sul-Americano de Vôlei Feminino, que acontece de 8 e 13 de setembro, no Maracanãzinho, no Rio. O torneio servirá como Pré-Olímpico para os Jogos de Los Angeles 2028.

Classificaram-se para o Campeonato Sul-Americano: Colômbia (vice-campeã), Argentina (3º), Chile (4º), Peru (5º) e Venezuela (6º) - o Brasil (1º) já estava garantido por ser o anfitrião do Pré-Olímpico. Bolívia (7º) e Equador (8º) são as duas únicas seleções que não estarão no Maracanãzinho em setembro.

O jogo

O jogo começou equilibrado, mas com leve perdomínio da Colômbia, que é dirigida pelo brasileiro Guilherme Schmitz. Quando o adversário abriu 12 a 9, o técnico Wagão parou o jogo pela primeira vez. Mesmo com o tempo técnico, as colombianas continuaram melhores, chegando a 18 a 13 num ponto de Valerin. Só que o Brasil não desistiu, reagindo na sequência. O ponto da virada veio num bloqueio de Karina: 23 a 22. Embalada, a seleção foi com tudo em busca da vitória no set e conseguiu, quando Lanna marcou 25 a 22.

O segundo set começou com o panorama parecido com o início do primeiro. Administrando uma pequena vantagem, a Colômbia liderou o placar até Mari Brambilla igualar em 9 a 9. A virada veio no ponto seguinte num bloqueio de Juju Granda: 10 a 9. O set seguiu equilibrado até Jaque Schmitz atacar pela direita e fazer 20 a 18. Pouco depois, Ramirez errou um ataque, e o Brasil fez 22 a 19. A Colômbia sentiu, e as brasileiras aproveitaram para fechar em 25 a 21. O ponto decisivo foi anotado por Juju Granda.

Veio o terceiro set, e o jogo manteve o seu roteiro até Maria Alejandra Marín atacar para fora, e o Brasil fazer 10 a 7. A partir de então, a seleção brasileira passou a administrar a pequena vantagem. Num ponto de Jaque Schmitz, o time verde-amarelo marcou 15 a 12. Minutos depois, Juju Granda atacou no fundo da quadra e fez 19 a 17. A vitória brasileira estava madura e ela ficou ainda mais próxima quando o árbitro pegou um toque na rede das colombianas: 23 a 19. Na sequência, Jaque Schmitz fez 24 a 20, conseguindo o primeiro match point. Restava o ponto da vitória e ele veio numa condução colombiana: 25 a 22. Brasil campeão!

As convocadas do Brasil

Levantadoras: Bruninha, Kenya e Vivian
Opostas: Sabrina, Jaque Schmitz
Ponteiras: Aline Segato, Glayce Kelly, Karina Souza e Mari Brambilla
Centrais: Juju Granda, Lanna e Lívia
Líberos: Kika e Paulina

Parabéns a seleção brasileira feminina pela conquista da Copa Sul-Americana 2026!!!

Fonte: globoesporte.com
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Liga das Nações de Vôlei Feminino 2026: Brasil leva virada da Turquia e é prata da Liga das Nações Feminina pela 5ª vez

Em busca de um troféu inédito, o Brasil chegou à quinta final de Liga das Nações Feminina de vôlei (VNL), mas bateu na trave e saiu com a medalha de prata outra vez. Neste domingo (26), a seleção verde-amarela perdeu para a Turquia por 3 sets a 1, de virada, com parciais de 25/23, 23/25, 24/26 e 21/25. Melissa Vargas derrubou 33 bolas e foi a maior pontuadora da decisão, garantindo o bicampeonato das turcas, que já tinham levado o ouro em 2023. As brasileiras, por outro lado, seguem em um longo jejum de conquistas intercontinentais – desde o Grand Prix de 2017. O próximo compromisso das comandadas de José Roberto Guimarães será no Sul-Americano, em setembro, no Maracanãzinho. O torneio dará vaga olímpica às vencedoras.

Como foi a final 🏐

O bloqueio do Brasil começou bem e permitiu que a seleção verde-amarela abrisse vantagem de três pontos logo no início do primeiro set: 4 a 1. Aos poucos, a Turquia entrou no jogo e ainda se beneficiou de alguns erros adversários. O momento de instabilidade, no entanto, não abalou tanto as brasileiras, que tentaram impor um bom volume de jogo, com defesas e estratégias variadas no ataque. Superiores na maior parte do tempo, as comandadas de Zé Roberto ainda frearam uma perigosa reação turca na reta final e venceram por 25 a 23, numa pancada de Kisy.

O segundo set teve mudanças significativas em relação ao primeiro. A recepção e o bloqueio brasileiros caíram sensivelmente de desempenho. Por outro lado, a parede turca parou vários ataques da seleção verde-amarela. Assim, a Turquia se sentiu mais confortável em quadra e teve méritos para comandar o placar no decorrer do set. Com ótimo aproveitamento de Vargas e chances perdidas pelo Brasil, as turcas venceram por 25 a 23.

Embalada pela vitória na parcial anterior e pela mão pesada de Vargas, a Turquia saiu na frente no início do terceiro set. Uma boa passagem de Luzia pelo saque e a volta do bloqueio fizeram o Brasil reagir. A partir daí, se desenhou um cenário de equilíbrio, com troca constante de pontos até os momentos decisivos. Mas a reta final teve maior efetividade das turcas, que fizeram 26 a 24, viraram a partida e ficaram a um set do título.

O Brasil sentiu demais a virada no placar e cometeu erros bobos no início da quarta parcial. A Turquia, vendo a vitória se aproximar, mostrava confiança e volume de jogo. Assim, abriu logo uma grande vantagem: 9 a 3. Tentando se recuperar, a seleção brasileira aumentou o volume de jogo, mostrou resiliência e virou o set, pelas mãos de Ana Cristina e Rosamaria: 19 a 18. Mas Vargas novamente colocou a bola debaixo do braço e garantiu a vitória turca, por 25 a 21. A seleção europeia fechou a final em 3 sets a 1 e se sagrou bicampeã da Liga das Nações Feminina de vôlei.

Lista das finais de VNL do Brasil 

  • 2019: Estados Unidos 3 x 2 Brasil
  • 2021: Estados Unidos 3 x 1 Brasil
  • 2022: Itália 3 x 0 Brasil
  • 2025: Itália 3 x 1 Brasil
  • 2026: Turquia 3 x 1 Brasil

A vida segue! 🟢🟡

Depois da frustração pela quinta medalha de prata na VNL, o Brasil voltará a treinar, porque terá uma importante competição entre 8 e 13 de setembro. No Rio de Janeiro, no ginásio do Maracanãzinho, nossa Seleção disputará o Sul-Americano e buscará o 16º título consecutivo. O torneio dará ao campeão uma vaga para as Olimpíadas de Los Angeles, em 2028.

Fonte: globoeporte.com

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22 julho 2026

Liga das Nações Masculina 2026: Bulgária vence EUA e elimina o Brasil da VNL; seleção fica fora da fase final pela 1ª vez

O Brasil está fora da fase final da Liga das Nações Masculina de Voleibol (VNL) pela primeira vez. Precisando de uma grande combinação de resultados, a seleção brasileira, atual 9ª colocada, não tem mais chances de terminar a fase preliminar no grupo das sete classificadas, mesmo com um jogo a cumprir. Isto aconteceu porque a Bulgária venceu os Estados Unidos por 3 a 1 na noite deste sábado, em Chicago, pela penúltima rodada. O resultado ainda não garante os búlgaros na fase final, mas elimina o Brasil.

Está será a primeira vez que o Brasil não vai disputar a fase final da VNL, competição criada em 2018. O torneio em mata-mata que definirá o campeão ocorrerá em Ningbo, na China, de 29 de julho a 2 de agosto. Turquia, Ucrânia e Bulgária disputam as últimas duas vagas.

Terminada, a VNL, o próximo compromisso da seleção é o Sul-Americano, entre os dias 15 e 20 de setembro de 2026, no Maracanãzinho. O torneio serve como classificatória para as Olimpíadas de Los Angeles 2028.

Fonte: globoesporte.com
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20 julho 2026

Futebol: Espanha é primeiro país a ser campeão mundial masculino e feminino ao mesmo tempo

A Espanha está no topo do futebol mundial. Com a conquista da Copa do Mundo da FIFA 2026™, o país se tornou a primeira nação a deter, ao mesmo tempo, os títulos mais importantes do planeta entre homens e mulheres. Após derrotar a Argentina por 1 a 0 na final, neste domingo, a geração de Rodri, Oyarzábal e Lamine Yamal se juntou à turma de Alexia Putellas, Olga Carmona e Aitana Bonmatí, que venceu a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™.

Além de ser o primeiro a ter os dois títulos simultaneamente, a Espanha é um de apenas dois países a vencerem os dois torneios na história. Além dela, a Alemanha conta com quatro conquistas na Copa do Mundo masculina (1954, 1974, 1990 e 2014) e outras duas na feminina (2003 e 2007).

Espanha feminina

Austrália e Nova Zelândia 2023

A seleção feminina da Espanha não tinha uma grande tradição antes desse torneio. Nas primeiras edições, não havia sequer se classificado. Sua primeira participação foi no Canadá em 2015, quando não passou nem da fase de grupos. Na França, em 2019, parou nas oitavas de final.

Mas isso não impediu a equipe de chegar à Austrália/Nova Zelândia repleta de expectativa, especialmente pela presença de Alexia Putellas e Aitana Bonmatí, duas das melhores jogadoras do mundo.

Na fase de grupos, houve sensações desencontradas. Nas duas primeiras rodadas, duas vitórias sobre Costa Rica (3 a 0) e Zâmbia (5 a 0) fizeram as espanholas sonharem. Mas uma dura derrota para o Japão (4 a 0) recolocou os pés do país no chão. O resultado fez com que a equipe terminasse a fase de grupos na segunda colocação, proporcionando um caminho a princípio mais complicado.

Mas os motores começaram a esquentar nas oitavas de final, com uma goleada por 5 a 1 sobre a Suíça. As quartas de final foram dramáticas. Mas o gol de Salma Paralluelo na prorrogação garantiu o triunfo sobre a Holanda e a passagem para as semis.

A semifinal contra a Suécia foi parecida. A Espanha saiu na frente tarde, aos 36 minutos do segundo tempo, com Paralluelo, mas Blomquist empatou sete minutos mais tarde. Antes mesmo da prorrogação, dessa vez, Olga Carmona fez o gol da vitória por 2 a 1.

Na final contra a Inglaterra, em Sidney, a Espanha foi às redes cedo, mais uma vez com Olga Carmona, e manteve a vantagem até o final. Mesmo com o pênalti perdido por Jenni Hermoso, La Roja sustentou o 1 a 0 e conquistou o seu primeiro título mundial entre as mulheres.

Espanha masculina

Copa do Mundo da FIFA 2026

A Espanha de Luis de la Fuente chegou à Copa do Mundo ostentando a coroa do futebol europeu após conquistar a UEFA Euro 2024. O talento da equipe era indiscutível, mas o time viajou ao torneio com algumas dúvidas por conta da forma física de vários de seus principais jogadores, como Lamine Yamal e Nico Williams, que se recuperavam de lesões.

O início também não foi fácil, com um frustrante empate sem gol com Cabo Verde. Mas a goleada por 5 a 0 sobre a Arábia Saudita na segunda rodada abriu os caminhos para o segundo título mundial. Na terceira rodad, um triunfo magro por 1 a 0 sobre o Uruguai foi o suficiente para assegurar a liderança do grupo.

O time foi crescendo com o passar da competição, assim como aconteceu com a seleção feminina. Contra a Áustria, nos 16-avos de final, uma vitória segura por 3 a 0. Diante de Portugal, nas oitavas, Mikel Merino marcou o único gol do triunfo por 1 a 0 nos acréscimos. Nas quartas, o meio-campista do Arsenal voltou a se fazer efetivo na anotar o gol do 2 a 1 sobre a Bélgica. Aquele foi o único jogo em que a Espanha sofreu gol em toda a Copa.

A semifinal entrou para a história como uma das melhores atuações da Espanha em Copas do Mundo. A equipde Luis de la Fuente dominou completamente a França e fez 2 a 0 com gols de Oyarzábal, de pênalti, e Pedro Porro. A atuação coroou o nível do futebol da equipe, que chegou à final contra a Argentina com muita autoridade.

Dentro de campo, a Espanha correspondeu às expectativas depositadas antes da decisão e dominou a Argentina do início ao fim. Uma jornada imprecisa do ataque fez o jogo termina em um empate por 0 a 0 no tempo regulamentar, mas o gol de Ferrán Torres no início do segundo tempo da prorrogação definiu o título em Nova York-Nova Jersey.


Imagem: página Futebol Feminino é arte do facebook

Fonte: Site oficial da FIFA

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Copa do Mundo 2026: Espanha vence a Argentina na prorrogação e é bicampeã do mundo

Um gol de fúria. De quem não aguentava mais perder chances. Quando Ferran Torres fuzilou de canhota, o mundo, finalmente, voltou aos pés da Espanha.

Poderia ter sofrido menos. Foi somente na prorrogação que a Espanha marcou 1 a 0 e venceu a Argentina, no estádio de Nova Jersey, neste domingo, no encerramento da Copa dos EUA, Canadá e México.

Primeiro tempo

Em menos de quatro minutos, Lamine Yamal entrou duas vezss na área da Argentina com a bola dominada. A finalização de perna esquerda foi desviada e depois defendida por Dibu. Na outra chance, cruzou fraco.

Nos primeiros 30 minutos, o jogo de controle da Espanha não foi muito além disso. Paciência e toque de bola, mas pouca contundência.

Do lado da Argentina, muito pouco também. Messi tentou alcançar uma bola que Unai Simón logo saiu para cortar. Mas a Scaloneta terminou a primeira etapa sem qualquer tentativa de finalização.

Nos minutos finais da primeira etapa, a melhor versão da Espanha ameaçou em triangulação que terminou com calcanhar de Olmo para Oyarzabal, que bateu de primeira para boa defesa de Dibu.

Segundo tempo

Com duas substituições - Otamendi entrou no fim da primeira etapa e Paredes no intervalo (saíram Lisandro Martínez e Nico González) -, a Argentina tentava respirar em vão no início da segunda etapa. Com poucos segundos, Baeana roubou a bola logo e chutou para o gol.

Scaloni mexeu mais uma vez antes dos 10 minutos de segundo tempo, mas a pressão espanhola não cessava. Olmo chutou com perigo para outra defesa de Dibu. O time de De La Fuente chegou em linda troca de passes duas vezes desde o meio de campo até a área. Otamendi cortou em uma e Montiel em outro lance. Em outra boa subida, Yamal cruzou e Fernan Torres - que substituiu Oyarzabal – cabeceou em cima do goleiro argentino.

De La Fuente colocou Nico Willian e Merino aos 29 minutos. O jogo continuava de um time só, mas faltava eficiência ao controle total da Espanha – foram 13 finalizações, mas poucas chances claras, daquelas que o coração sai pela boca do torcedor.

A única chance argentina veio numa rara troca de passes e cruzamento fechado de Simeone, que Unai Simón pegou bem. Nos acréscimos, Enzo Fernández recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Antes da prorrogação, Yamal bateu falta com perigo, mas Dibu espalmou.

Prorrogação

Com um a mais, a primeira chance espanhola parou em quase milagre de Dibu. Nico Williams não cabeceou em cheio e perdeu a chance. No lance seguinte, Merino girou na área e Williams marcou na sobra, mas o árbitro anulou. Marcou falta de ataque.

O drama espanhol aumantou quando Merino perdeu chance incrível, a mais limpa da Espanha, em cruzamento de Nico.

Mas logo nos primeiros segundos da segunda etapa da prorrogação, depois de 105 minutos de domínio e 19 finalizações, Lamine Yamal cruzou, Nico arrumou e Torres afundou a Argentina para o vice-campeonato.

Os argentinos tiveram um expulso no fim do tempo regulamentar. O que só aumentou o domínio espanhol da partida. Foram 19 finalizações até o chutaço de Torres furar o gol de Dibu no segundo tempo da prorrogação.

A Argentina de Messi ameaçou no fim, mas não chutou a gol em 120 minutos. Termina com o quarto vice-campeonato em Copas.

O mundo é da Espanha pela segunda vez. E 2030 a Copa é lá.

Todos os campeões da copa (imagem: facebook do Lance)

Espanha bicampeã mundial 2026!!! (montagem: facebook oficial da Seleção espanhola)

Jogadores e comissão técnica com o troféu de campeões mundiais 2026 (foto: facebook oficial da seleção espanhola)

Parabéns a Espanha pela conquista do bicampeonato mundial!!!
Fonte: globoesporte.com
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