15 março 2026

Paralimpíadas de Inverno 2026: Brasil encerra Paralimpíadas de Inverno com medalha inédita e melhor resultado feminino

As Paralimpíadas de Inverno em Milão-Cortina ficarão marcadas na história do esporte brasileiro. Neste domingo, o Brasil encerrou a participação em 22° lugar no quadro de medalhas, com uma prata inédita conquistada por Cristian Ribera no sprint sentado do esqui cross-country. Além da primeira medalha do país, Aline Rocha bateu o melhor resultado de uma brasileira em Jogos, marca que também pertencia a ela até então.

As realizações brasileiras não pararam por aí. No revezamento misto 4x2,5km, o país conseguiu o melhor resultado, com a equipe formada por Cristian Ribera, Aline Rocha e Wellington da Silva. Já no snowboard, Vitória Machado tornou-se a primeira mulher do Brasil a competir na modalidade.

O Brasil teve recorde de atletas em Milão-Cortina. Ao todo, a delegação contou com oito atletas, dois a mais que em Pequim 2022. Integraram a equipe os esquiadores Aline Rocha, Cristian Ribera, Elena Sena, Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wellington da Silva, que competiram nas provas de esqui cross-country e biatlo. Já no snowboard, além de Vitória Machado, o país foi representado por André Barbieri.

Cristian Ribera conquista prata inédita 🥈

Cristian Ribera conquistou a primeira medalha do país em Paralimpíadas de Inverno, levando a prata no sprint sentado do esqui cross-country. O rondoniense, de 23 anos, era a grande promessa brasileira em Milão-Cortina. Ribera finalizou a prova em 2min29s6, ficando na segunda posição e colocando o Brasil pela primeira vez no pódio e no quadro de medalhas dos Jogos.

Melhor resultado feminino do Brasil

Aline Rocha também foi um dos destaques em Milão-Cortina. Na decisão do sprint sentado feminino do esqui cross-country, a brasileira ficou em 5° lugar com o tempo de 3min21s, alcançando o melhor resultado feminino do Brasil em Paralimpíadas de Inverno. Depois disso, ela ainda igualou a marca duas vezes: nos 10km e 20km intervalado sentado.

Os brasileiros estrearam nos Jogos justamente no biatlo, com a presença de seis atletas nas provas da classe sentada. Além de Aline Rocha, Elena Sena competiu no feminino. Guilherme Rocha e Robelson Lula representaram o Brasil no masculino. Assim como Cristian Ribera, todos estavam nas disputas do cross-country.

Primeira brasileira a competir no snowboard

André Barbieri e Vitória Machado representaram o Brasil na prova do banked slalom do snowboard, mas não conseguiram um lugar no pódio. Recuperado de um acidente às vésperas dos Jogos, Barbieri finalizou na 14ª colocação geral. Já Vitória Machado, apesar de ter terminado em 12° lugar, fez história como a primeira mulher do país a competir na modalidade. A gaúcha, de 21 anos, participou da prova do banked slalom na categoria SB-LL2 (destinada à atletas com deficiência em uma ou duas pernas).

Melhor marca no revezamento misto

O Brasil também alcançou o melhor resultado da história no revezamento misto 4x2,5km do cross-country. A equipe formada por Cristian Ribera, Aline Rocha e Wellington da Silva terminou na 7ª colocação, com 27min00s5. Estreante e mais novo da delegação, Wellington da Silva foi o único brasileiro a competir nas provas em pé.

O melhor resultado do Brasil no revezamento misto 4x2,5km até então era o 8º lugar em Pequim 2022. Na ocasião, a equipe era formada por Cristian Ribera, Aline Rocha, Robelson Lula e Guilherme Rocha, que finalizaram com o tempo de 34min10s8.

Quadro de medalhas final das paralimpíadas de inverno 2026!!!! (imagem: globoesporte.com)

Fonte: globoesporte.com

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11 março 2026

Esportes: Brasil é 34º país a ganhar medalhas em Olimpíadas e Paralimpíadas de Inverno e Verão; veja lista

O Brasil entrou, nesta terça-feira, para um seleto grupo de países que já conquistaram medalha nos quatro principais eventos poliesportivos do mundo: as Olimpíadas e as Paralimpíadas de Inverno e Verão. Menos de um mês após o ouro de Lucas Pinheiro nas Olimpíadas de Inverno, Cristian Ribera conquistou a prata nas Paralimpíadas de Inverno. Ele foi segundo colocado no sprint sentado do esqui cross-country e disputa, nos próximos dois dias, mais duas categorias, com chances de pódio.

Agora, o Brasil chega a 640 medalhas na soma dos quatro eventos. São 468 pódios nos Jogos Paralímpicos de Verão, em que o país é uma das potências mundiais, e 171 pódios olímpicos. Os atletas brasileiros ainda 
conquistaram duas medalhas no inverno, uma nas Olimpíadas e outra nas Paralímpiadas.

Dos 34 países (já contando o Brasil) que subiram ao pódio em todos os eventos, quatro não existem mais: União Soviética, Iugoslávia, Alemanha Ocidental e Tchecoslováquia. Ou seja, dos países reconhecidos atualmente, a lista de medalhistas tem 30 nações.

O Brasil ainda tem mais chances de medalha nos próximos dias das Paralimpíadas de Inverno. Cristian disputa nesta quarta-feira a prova dos 10km, mesma categoria de Aline Rocha, que foi quinta na velocidade. No domingo, os dois voltam para a prova dos 20km.



Fonte: globoesporte.com

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Paralimpíadas de Inverno 2026: Cristian Ribera conquista prata histórica para o Brasil nas Paralimpíadas de Inverno

O dia 10 de março de 2026 está gravado na história do esporte brasileiro. Cristian Ribera conquistou a primeira medalha do país em Paralimpíadas de Inverno e se eternizou com a prata em Milão-Cortina. O rondoniense de 23 anos, que liderou a final até a última reta, garantiu o pódio inédito para o Brasil ao terminar em segundo lugar na decisão do sprint sentado do esqui cross-country em Tesero, na Itália.

Para completar o dia marcante para o país, Aline Rocha superou o melhor resultado feminino do Brasil em Jogos de Inverno. A atleta de 35 anos terminou em 5° na final do sprint sentado. Anteriormente, a melhor marca de uma mulher brasileira também pertencia à ela, com o 7° lugar no biatlo em Pequim 2022 e Milão-Cortina 2026.

Como foram as classificatórias

Além de Cristian Ribera, Guilherme Rocha e Robelson Lula competiram nas classificatórias masculinas do sprint sentado. Os dois terminaram em 18º e 20º, respectivamente, e não conseguiram vagas na semifinal. Ribera concluiu a prova em primeiro, com 2min08s22, mais de um segundo à frente do canadense Collin Cameron, um de seus principais adversários na disputa por medalha.

Aline Rocha e Elena Sena representaram o Brasil nas classificatórias do sprint sentado feminino. Aline se classificou à semifinal com o terceiro melhor tempo da disputa, finalizando em 2min37s56. Ela foi a única brasileira a avançar entre as 12 mais bem colocadas, já que Elena ficou na 16ª colocação, pouco mais de sete segundos atrás da zona de qualificação.

Wellington da Silva também competiu no sprint em pé, mas ficou com a 19ª colocação nas qualificatórias. O brasileiro terminou com o tempo de 2min48s29, fora do top 12.

A prata de Cristian Ribera 🥈

Principal promessa de medalha para o Brasil em Milão-Cortina, Cristian começou brilhando desde as qualificatórias do sprint sentado. Com o melhor tempo na primeira disputa do dia, o brasileiro avançou em primeiro à semifinal e novamente foi o atleta mais bem colocado na bateria, garantindo a vaga na decisão ao finalizar em 2min28s7.

Cristian desceu em primeiro na grande decisão e teve uma disputa acirrada com o ucraniano Pavlo Bal, que saiu algumas vezes do trilho. Mesmo com a pressão, Ribera manteve a liderança e abriu vantagem em determinado momento da prova. Na última reta da decisão, o chinês Liu Zixu conseguiu melhorar o ritmo e ultrapassou o brasileiro, que terminou com a prata inédita e o tempo de 2min29s6. O ouro de Zixu veio em 2min28s9, e o cazaque Yerbol Khamitov completou o pódio, ao terminar a prova em 2min29s9 e garantir o bronze.

— Só quero agradecer ao meu time, que sempre trabalhou tão duro. Minha família que está torcendo, fiz isso por eles. Queria ganhar a medalha de ouro, mas foi por muito pouco, mais mérito do chinês. Estou muito feliz, é um sonho realizado. Agora a próxima meta é o ouro — comemorou Cristian após a prova.

Aline Rocha alcança melhor resultado feminino

Na prova do sprint sentado feminino, Aline também se destacou. A brasileira foi a segunda melhor colocada na bateria da semifinal, com o tempo de 3min05s, conseguindo o melhor resultado feminino do Brasil em Jogos Paralímpicos. No último sábado, com o 7° lugar no sprint do biatlo, ela já tinha igualado a maior marca até então, que também pertencia a ela em Pequim 2022.

Aline Rocha começou a descida da decisão na terceira colocação, mas perdeu posições nas curvas. A brasileira chegou a lutar pelo bronze, mas na reta final da prova foi ultrapassada pela chinesa Shiyu Wang e a alemã Andrea Eskau. Com isso, Aline terminou em quinto lugar, finalizando em 3min21s. Ainda assim, em sua terceira edição paralímpica, a brasileira colocou o país na melhor colocação feminina já alcançada em Jogos de Inverno.

O ouro foi para a americana Oksana Masters, com 3min07s1, e a prata para a sul-coreana Yunji Kim, que finalizou em 3min10s1. A chinesa que ultrapassou Aline foi bronze, com 3min17s9.

— É uma emoção imensa não só de estar aqui, mas conseguir chegar pela primeira vez na final do sprint. É claro que a alegria maior ainda é do resultado do Cristian. Ele me representa, é meu herói, me ensina muito. Nos conhecemos no atletismo e começamos no esqui próximos um do outro, conquistamos muitas medalhas juntos. É uma honra ver essa conquista. Espero que esse resultado incentive mais mulheres a conhecer o esporte. Vocês podem fazer o que quiserem — disse Aline.

O esqui cross-country nas Paralimpíadas ❄️

O esqui cross-country é o esporte com a maior participação brasileira. Na modalidade, atletas com deficiências físicas e visuais participam de cinco eventos: sprint, 10km de largada intervalada no estilo clássico, 20km de largada intervalada no estilo livre, revezamento misto 4x2,5km e revezamento aberto 4x2,5km.

Cada um deles conta com três categorias: “standing”, em que esquiadores com deficiência física esquiam em pé; “sitting”, na qual esquiadores esquiam com o sit-ski - um assento montado sobre dois esquis; e “vision impaired”, com esquiadores com deficiência visual, que competem com um guia que esquia à frente deles para orientar.

Cristian Ribera volta a competir já na quarta-feira (11), às 6h10 (de Brasília), pela prova dos 10km sentado no esqui cross-country. Ele ainda tem o revezamento misto 4x2,5 km no sábado (14) e os 20km sentado no domingo (15). Aline Rocha também entra em ação nos mesmos dias.

Quem é Cristian Ribera?

Cristian Ribera, de 23 anos, é o atual campeão mundial do sprint na categoria sitting do esqui cross-country, para pessoas que competem sentados. Apesar de ainda ser jovem, carrega a experiência de duas participações em Jogos de Inverno e chegou a Milão-Cortina como a grande promessa de medalha para o Brasil.

Ribera foi o atleta mais jovem de PyeongChang em 2018, quando competiu com apenas 15 anos e conquistou a sexta posição nos 15km, melhor colocação de um brasileiro em Paralimpíadas de Inverno até então. Em Pequim 2022, teve Covid-19 dias antes de competir e acabou longe do pódio. No ano passado, foi campeão geral do 
Circuito da Copa do Mundo e ainda conquistou o Globo de Cristal.

O rondoniense nasceu com artrogripose, uma doença congênita das articulações das extremidades. Aos três meses de vida, mudou-se para Jundiaí-SP em busca de tratamento. Passou por 21 cirurgias para correção das pernas. 

Começou nos esportes aos quatro anos por indicação médica e praticou natação, atletismo, tênis, bocha, capoeira e dança antes de conhecer o esqui aos 13 anos em um projeto de iniciação da CBDN (Confederação Brasileira de Desportos na Neve) na sua cidade.

Cristian Ribera, com a medalha de prata, nos Jogos Paralímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 | Foto: Alessandra Cabral/CPB

Parabéns ao atleta pela conquista nas paralimpíadas!!!!

Fonte: globoesporte.com
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09 março 2026

Estaduais 2026: conheça 14 campeões estaduais de 2026

No último fim de semana (7 e 8 de março), 12 campeonatos estaduais — entre eles os mais fortes do País — conheceram os seus campeões da temporada 2026. Por todas as regiões, em meio a vários duelos entre arquirrivais, houve de tudo: favoritos confirmaram sua força, clubes quebraram longas escritas e interromperam dinastias de seus maiores adversários. Até equipes jovens soltaram o grito pela primeira vez.

Na semana anterior, saiu o primeiro campeão estadual da temporada. No Maranhense, o IAPE superou o Maranhão na decisão e ficou com o título.

Depois de abrir 3 a 0 no jogo de ida, em Maceió, o CRB segurou o empate em 1 a 1 com o ASA em Arapiraca para garantir o pentacampeonato, feito inédito no Estado. Esta foi a 36ª conquista regatiana, que agora está a apenas quatro do CSA, maior vencedor do Campeonato Alagoano.

O Bahia conquistou o seu 52º título estadual ao bater o Vitória, de virada, por 2 a 1, em jogo de torcida única na Arena Fonte Nova. Renato Kayzer deixou o Leão na frente no primeiro tempo, mas o Esquadrão virou na etapa final com dois gols de Jean Lucas. A conquista reforça o domínio tricolor sobre o arquirrival: são 22 títulos a mais que o Rubro-Negro

Deu Fortaleza na decisão do Campeonato Cearense, sem economia na emoção. Depois de dois empates em 1 a 1, o título foi decidido nos pênaltis, com o Leão do Pici vencendo por 5 a 4. A conquista só reforça a incrível rivalidade local: ambos venceram a competição 47 vezes.

O maior vencedor do estado saiu da fila! Depois de 18 anos, o Mixto retomou a hegemonia local ao superar o Luverdense na decisão. A conquista veio nos pênaltis, por 5 a 3, depois de dois empates sem gols contra a equipe de Lucas do Rio Verde. Foi a 18ª conquista estadual do Tigrão da Vargas, cinco a mais que o segundo maior vencedor, o Cuiabá.

Em jogo marcado por uma tremenda confusão no final, com direito a inacreditáveis 23 expulsos após o fim da partida, o Cruzeiro interrompeu uma série de seis conquistas do Atlético ao derrotar o rival por 1 a 0 na decisão do Campeonato MineiroFoi a 39ª vez que a Raposa venceu a competição, 11 a menos que os atleticanos.

Apesar do momento oposto ao rival - o Paysandu caiu para a Série C nacional e o Remo subiu para a Série A, o Papão conquistou o Campeonato Paraense superando o rival na decisão. Ganhou o jogo de ida e segurou o empate na volta para ser campeão pela 51ª vez, o líder local.

Quem não acreditava que era possível a repetição de uma final do interior no Paranaense viu Operário e Londrina decidirem a taça. Melhor para o clube de Ponta Grossa, que faturou o bicampeonato estadual ao vencer o Tubarão nos pênaltis por 5 a 4 após empate sem gols. Foi a terceira conquista do Fantasma, que tem o Coritiba como maior vencedor da história.

Estar na casa de um arquirrival não incomodou o Sport, que fez 3 a 0 sobre o Náutico dentro dos Aflitos para faturar o tetracampeonato estadual. Momento importante para o Leão da Ilha, que viveu momentos terríveis no último Brasileirão e alcançou sua 46ª conquista estadual, ampliando a frente para o Santa Cruz e o próprio Timbu.

O Flamengo faturou seu sétimo tricampeonato estadual ao derrotar, nos pênaltis, o Fluminense na decisão do campeonato. Duas defesas do goleiro Rossi foram fundamentais para a conquista rubro-negra, a 40ª da história do clube, que se distancia do Fluminense na dianteira história da competição. O Botafogo conquistou a Taça Rio.

A maiúscula vitória no jogo de ida (3 a 0) pavimentou o caminho do título do Grêmio no Gauchão. No Beira-Rio, empate em 1 a 1 com o Internacional e a confirmação da 44ª conquista gremista do Estadual. O Imortal faturou nada menos do que oito das últimas dez edições da competição e se aproxima muito do Colorado no ranking histórico.

Campeão da última edição da Série D do Brasileirão, o Barra fez história novamente ao faturar seu primeiro título do Campeonato Catarinense. A vitória por 3 a 1 no jogo de ida superou o revés pelo placar mínimo no jogo de volta contra a Chapecoense, único time do estado na Série A. Clube de Balneário Camboriú é o 24º vencedor da história da competição.

O Novorizontino foi valente, mas a zebra não passeou na decisão do Paulistão. Tal como no jogo de ida, quando fez 1 a 0 em casa, o Palmeiras bateu o Tigre novamente, desta vez por 2 a 1 e faturou seu 27º título estadual. Agora, o Verdão abriu frente para São Paulo e Santos e está mais perto do Corinthians, que lidera a lista de campeões da competição.

O Sergipe venceu o Confiança por 1 a 0 na tarde deste sábado(14/03), pelo jogo de volta do Campeonato Sergipano, e se sagrou como campeão estadual em 2026.

O Goiás é campeão goiano de 2026! Invicto, o time esmeraldino empatou por 0 a 0 com o Atlético-GO neste domingo(15/03) e ficou com o título pela 29ª vez em sua história. Quebra um jejum de oito anos sem conquistar o troféu e amplia a diferença para o próprio Dragão, que é o segundo maior vencedor do Goianão com 18 títulos.

Ainda faltam os estaduais Acreano (semifinais), Amapaense (primeira fase), Amazonense (final), Brasiliense (semifinais), Capixaba (semifinais), Paraibano (final), Piauiense (final), Potiguar (semifinal), Rondoniense (semifinal), Roraimense (primeira fase), Sul-mato-grossense (semifinais), Tocantinense (semifinais).

Parabéns aos campeões estaduais 2026!!!!

Fonte: globoesporte.com (atualizado em 15/03/26 as 23hs)
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Campeonato Paulista 2026: Palmeiras vence o Novorizontino e conquista o Paulistão pela 27ª vez

O Palmeiras é campeão paulista pela 27ª vez em sua história. Não houve zebra ou “secador” capaz de frear a equipe comandada por Abel Ferreira, que já tinha vencido a partida de ida por 1 a 0 e voltou a ganhar do Novorizontino neste domingo, no estádio Jorge Ismael de Biasi. Em jogo prejudicado pela forte chuva, que encharcou o gramado, o Verdão fez 2 a 1 com gols de Murilo e Vitor Roque - Matheus Bianqui marcou para os donos da casa. 

Primeiro tempo

O campo encharcado pela chuva, com diversas poças, prejudicou o nível técnico da partida, mas não faltou entrega e emoção na etapa inicial em Novo Horizonte. Logo aos 5 minutos o Palmeiras abriu o placar, em lance de bola parada. Andreas Pereira cobrou falta na área, Gustavo Gómez cabeceou em cima da marcação, e a bola sobrou para Marlon Freitas, que soltou uma bomba na trave. No rebote, Murilo finalizou de coxa e mandou para as redes. A equipe do interior também usou do “chuveirinho” para buscar o empate. Aos 24, Vinicius Paiva cruzou na área e a defesa alviverde se enrolou. Carlos Miguel saiu para fazer a defesa e deixou a bola passar por baixo de seu corpo. Ligado, Matheus Bianqui se aproveitou do vacilo do goleiro e deu um toquinho, mandando a bola para o gol. Precisando da vitória, os donos da casa seguiram em cima, finalizaram mais (7 a 4), mas não conseguiram o segundo gol.

Segundo tempo

O Verdão conseguiu frear o ímpeto do Novorizontino e teve maior controle da partida após o intervalo. A apreensão começou dar lugar à euforia aos 17 minutos, quando Vitor Roque voltou a colocar o time em vantagem. Após chutão de Carlos Miguel e desvio de Flaco López, goleiro Jordi saiu mal do gol e não conseguiu defender a bola, que sobrou limpa para o camisa 9 palmeirense empurrar para as redes. Os donos da casa, então, se lançaram ao ataque, mas ameaçaram pouco o gol de Carlos Miguel. Rômulo, cuja presença na decisão custou R$ 1 milhão, teve atuação apagada e acabou substituído. Nos acréscimos, o Verdão ainda marcou o terceiro, mas ele foi anulado por impedimento de Ramón Sosa. Mas nem era preciso: os 2 a 1 foram mais do que suficientes para o Palmeiras conquistar seu 27º título estadual.

Este foi o quinto título paulista do Palmeiras nos últimos sete anos – desde 2020, apenas em 2021 e 2025 o Verdão não levantou a taça. O clube é o segundo maior campeão do estado.

Veja a lista de títulos por clubes:



Este foi o 11º título de Abel Ferreira desde que o português chegou ao Palmeiras, em 2020. Ele ultrapassou Oswaldo Brandão, com quem dividia o posto de maior campeão. Relembre as conquistas:

  • 🏆 Campeonato Brasileiro: 2022 e 2023
  • 🏆 Copa Libertadores: 2020 e 2021
  • 🏆 Copa do Brasil: 2020
  • 🏆 Campeonato Paulista: 2022, 2023, 2024 e 2026
  • 🏆 Recopa Sul-Americana: 2022
  • 🏆 Supercopa do Brasil: 2023

Gustavo Gómez se tornou o maior campeão da história do Palmeiras. No clube desde 2018, o zagueiro ganhou o 13º título. Ele assim se isolou no topo da lista, passando nomes históricos: Ademir da Guia, Dudu (atacante), Junqueira, Marcos Rocha, Mayke e Weverton, todos com 12.

O Novorizontino não conseguiu conquistar o título, mas termina o Paulistão com o goleador: Robson, com 7 gols marcados. Confira a lista de artilheiros:

  • 7 gols - Robson - Novorizontino
  • 6 gols - Flaco López - Palmeiras
  • 5 gols - Calleri - São Paulo / Rômulo - Novorizontino
  • 4 gols - Carlão - Noroeste / Gabigol - Santos / Gabriel Poveda - Primavera
  • 3 gols - Everton - Portuguesa / Jhon Jhon - Bragantino / Renê Sousa - Portuguesa / Vitor Roque - Palmeiras

A Federação Paulista de Futebol paga R$ 5 milhões ao campeão estadual. Já o segundo colocado recebe R$ 1,5 milhão.

A equipe da SE Palmeiras, comemora a conquista do Campeonato Paulista, Série A1, contra o time do G Novorinzontino, após partida válida pela final, volta, no Estádio Doutor Jorge Ismael de Biasi. (Foto: Cesar Greco/Palmeiras/by Canon)

Parabéns ao Palmeiras pela conquista do Campeonato Paulista 2026!!!

Fonte: globoesporte.com
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03 março 2026

Sul-americano de clubes de vôlei 2026: Campinas vira contra o Cruzeiro no tie break e conquista título inédito do Sul-Americano

O Campinas conquistou o título inédito do Sul-Americano masculino de vôlei. Na noite deste domingo, os anfitriões do torneio desafiaram a hegemonia do Cruzeiro e conseguiram a primeira conquista internacional de forma espetacular. Empurrados pela torcida no Ginásio do Taquaral, a equipe paulista reagiu após perder os dois primeiros sets e venceu no tie break, com parciais de 22/25, 20/25, 25/19, 25/20 e 15/13.

Campinas conquistou o primeiro título internacional do projeto e derrubou a sequência de nove títulos seguidos do Cruzeiro na competição - o clube mineiro é o maior vencedor do torneio, com 11 conquistas. Os dois times garantiram vaga no Mundial de Clubes de 2027. O terceiro lugar ficou com o Minas, que venceu o Ciudad Voley.

Uma boa campanha

Anfitrião do torneio continental pela primeira vez, o Vôlei Renata encerrou a competição com uma boa campanha: quatro vitórias em quatro jogos.

O levantador Bruninho, do Campinas, é eleito o MVP do Sul-Americano. Camisa 1 se consagra como principal jogador do torneio.

Jogadores do Campinas com o troféu de campeões sul-americanos de clube de vôlei!!! (Foto: facebook oficial vôlei Renata)

Parabéns ao Campinas pela conquista do sul-americano de vôlei 2026!!!

Fonte: globoesporte.com
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01 março 2026

Copa Brasil de Vôlei feminino 2026: Osasco supera o Minas em Londrina e conquista o título da Copa Brasil

 Osasco é o campeão da Copa Brasil de Vôlei feminino de 2026. Em um ginásio Moringão, em Londrina, lotado, o time paulista superou o Minas por 3 sets a 1 (parciais de 25/23, 26/28, 25/20 e 25/17) e conquistou o quinto título na história da competição - o segundo consecutivo. Camila Brait foi eleita a MVP do campeonato.
1º set
Digna de uma final, a primeira parcial foi cheia de alternâncias no comando do placar. O Minas começou na frente, mas Osasco buscou o jogo e abriu 10 a 7. Rapidamente, o time mineiro buscou o jogo e passou à frente: 11 a 10. As paulistas responderam na mesma moeda, e viraram o placar com brilho de Bianca Cugno, imparável nos ataques. Na reta final, a consistência do ataque de Osasco prevaleceu, e Baird fechou a conta com 25 a 23.
2º set
Mesmo com dificuldade na recepção e sem conseguir acionar as centrais, o Minas esteve à frente durante quase todo o segundo set. Osasco tentou mudar o jogo com Tifanny e Marina Sioto saindo do banco. Mas foi Cugno, ao voltar para a quadra, quem comandou a reação paulista. O time buscou a desvantagem e chegou a ter dois set points. O Minas também teve dois, e converteu o último com toco de Thaísa em Baird.
3º set
Embalado pela vitória na parcial anterior, o Minas começou o terceiro set avassalador e abriu 12 a 6 com brilho de Glayce. Luizomar mexeu no time e mostrou que tem estrela. Tifanny entrou como ponteira e mudou o ânimo do lado de Osasco. A equipe paulista anotou seis pontos seguidos e voltou para o jogo. Na reta final, Tifanny se destacou novamente com passagem matadora pelo saque, que levou o Osasco do 20-20 ao 25-20
4º set
Luizomar manteve Tifanny em quadra para o quarto set, e Osasco seguiu com ritmo forte. Mas foi outra reserva quem saiu do banco e protagonizou a reta final do jogo. A central Valquíria acertou três bloqueios decisivos no fim da parcial e ajudou o time a fechar em 25 a 17, e o jogo em 3 sets a 1.
Mudou o jogoO título de Osasco passa pelas mãos de Tifanny. Liberada para jogar horas antes da semifinal na sexta-feira após veto da Câmara de Londrina, a oposta se virou como ponteira a partir do terceiro set e mudou a história do jogo. Ela foi eleita a melhor atleta em quadra.
Mais que a taça
Além do título, Osasco se garantiu na Supercopa de 2026 e no Campeonato Sul-Americano de Clubes de 2027.
Maiores campeões
Com o quinto título, Osasco se isolou como maior campeão da Copa Brasil. O Sesc-Flamengo tem quatro, enquanto o Minas seguiu com três troféus.
Montagem: Facebook oficial do Osasco Voleibol Clube
Parabéns a equipe de Osasco pela conquista da Copa Brasil de vôlei feminino 2026!!!!
Fonte: globoesporte.com
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Sul-Americano Feminino sub-20 2026: Brasil vence Venezuela sem sustos e é campeão sul-americano

Com sobras e fazendo jus à campanha realizada em toda a competição, o Brasil conquistou o Sul-Americano Sub-20 com fácil vitória sobre a Venezuela: 2 a 0. Os gols saíram no primeiro tempo, período em que a Seleção foi predominante.

Tainá abriu o placar com um toque de barriga e Clarinha fechou com um golaço, num lindíssimo chute de pé esquerdo. Título merecido.

Brasil conquista seu décimo primeiro título da CONMEBOL Sub-20 Feminina, sendo campeão em cada uma das edições disputadas no torneio desde sua inauguração em 2004.

Clarinha emocionada

- Ninguém consegue explicar a emoção que a gente está sentindo. Vestir essa camisa é um sentimento que não dá para explicar. A gente ganhou todos os sul-americanos sub-20. Brasil é atitude, é alegria, é tentar o gol o tempo inteiro. A gente tem tudo, a gente é Brasil. Vestir isso aqui não é para todo mundo. Só quem veste isso aqui sabe o sentimento.

VAGA NO MUNDIAL GARANTIDAAo golear a Argentina e contar com o empate entre Equador e Colômbia pela terceira rodada do hexagonal, o Brasil já havia garantido a primeira das quatro vagas da Conmebol no Mundial Sub-20 Feminino, em setembro, na Polônia.Na rodada decisiva, a Argentina garantiu sua classificação para a Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA após vencer a Colômbia por 3 a 0, enquanto o Equador, já classificado, encerrou sua participação com um triunfo por 5 a 1 sobre o Paraguai. Apesar da derrota, a Colômbia alcançou o objetivo de se classificar para a Copa do Mundo ao terminar na quarta posição da tabela.


Facebook oficial da Conmebol

Brasil é campeão sul-americano sub-20 feminino (Foto: EFE/ Juan Pablo Pino)

Meninas do Brasil fazem a festa com o título sul-americano sub-20 (Foto: EFE/ Juan Pablo Pino)

Parabéns a seleção brasileira feminina sub-20 pela conquista do sul-americano sub-20 feminino 2026!!!Fonte: globoesporte.com e site oficial da Conmebol

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