04 outubro 2026

Campeonato Brasileiro Feminino Série A1 2026: São Paulo empata com Corinthians e conquista Brasileiro Feminino de 2026

O São Paulo conquistou o Campeonato Brasileiro Feminino de 2026 ao empatar em 1 a 1 com o Corinthians neste sábado, no Morumbis. O Tricolor havia vencido a ida por 2 a 1, na Neo Química Arena. Bia Menezes abriu o placar e Juliete empatou no primeiro tempo. Na etapa final, Carlinha defendeu um pênalti de Gabi Zanotti para ajudar a garantir a taça. O estádio recebeu 49.405 torcedores, recorde de uma partida entre clubes na América do Sul.

PRIMEIRO TEMPO

São Paulo e Corinthians se alternaram na liderança do domínio durante o primeiro tempo. Embalado pela torcida, o Tricolor começou melhor e pressionou desde o início, tanto é que, aos dez minutos, Bia Menezes recebeu livre na ponta esquerda da área e soltou a bomba para abrir o placar.

Depois do gol, o Corinthians melhorou e passou a ter mais posse de bola. Em uma pressão de Juliete na saída de bola de Carlinha, a goleira do São Paulo se atrapalhou e a lateral do Corinthians deixou tudo igual aos 18 minutos. As donas da casa ainda chegaram ao segundo gol, mas Giovanna Crivelari, aos 23 minutos, cabeceou para a rede em posição de impedimento.

O Corinthians ainda tentou mais três vezes, mas Carlinha evitou os gols de Vic Albuquerque e Jhonson, e Belén Aquino finalizou para fora.

SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo começou com o Corinthians pressionando, em busca do segundo gol, que levaria a final para as penalidades. Jaque, aos quatro, e Jhonson, aos sete, levaram perigo em finalizações dentro da área aos quatro e aos sete minutos. O São Paulo teve dificuldades para sair jogando e, aos 19 minutos, quase viu a vantagem do empate ser perdida. É que Robinha puxou Érika na área e Daiane Muniz marcou pênalti após revisão solicitada pelo VAR. No entanto, Carlinha brilho na cobrança de Gabi Zanotti e defendeu no canto esquerdo.

O lance fez a torcida e o São Paulo crescerem no Morumbis. A partir daí, o Tricolor passou a controlar as ações. O Corinthians apostou nas jogadas individuais e parou na marcação. Com esse ritmo, os times seguiram até o minuto 54, quando a árbitra apitou pela última vez e sacramentou o título das donas da casa.

A conquista freia uma hegemonia do Corinthians na competição, que vencia de forma consecutiva desde 2020 e buscava o oitavo título da história.

Com o título, o São Paulo também se classificou para a Supercopa do Brasil de 2027, em que vai enfrentar o campeão da Copa do Brasil, ainda em andamento. Os dois finalistas também se garantiram na Copa Libertadores do ano que vem, caso não haja mudanças no formato da competição.

PREMIAÇÃO RECORDE!

A premiação recorde para o campeão do Brasileirão Feminino 2026 ficou com o São Paulo. Ao superar o Corinthians na final, o clube faturou R$ 2 milhões. É um aumento de R$ 200 mil em relação à edição passada.

GALERIA DE CAMPEÃS!

O título foi o segundo do São Paulo na história, 29 anos após a conquista do primeiro, em 1997. 

Veja a lista de campeões

O Brasileiro Feminino teve diversos formatos até se consolidar a partir de 2013. Entre 1983 e 1992, foi disputada a Taça Brasil de Futebol Feminino, primeira competição após a regulamentação da modalidade.

Depois, entre 1993 e 2001 houve as primeiras edições do Campeonato Brasileiro. Após um hiato entre 2002 e 2012, a partir de 2013 a competição passou a ser disputada no formato atual, com reconhecimento oficial dos títulos via CBF. 

Confira todos os campeões:

1983 (Taça Brasil): Radar-RJ

1984 (Taça Brasil): Radar-RJ

1985 (Taça Brasil): Radar-RJ

1986 (Taça Brasil): Radar-RJ

1987 (Taça Brasil): Radar-RJ

1988 (Taça Brasil): Radar-RJ

1989 (Taça Brasil): Sul América-AM

1990 (Taça Brasil): Saad-SP

1991 (Taça Brasil): Santos Dumont-BA

1992 (Taça Brasil): Vasco

1993 (formato antigo): Vasco

1994 (formato antigo): Vasco

1995 (formato antigo): Vasco

1996 (formato antigo): Saad-SP

1997 (formato antigo): São Paulo

1998 (formato antigo): Vasco

1999/2000 (formato antigo): Portuguesa

2001 (formato antigo): Santa Isabel-MG

2013: Centro Olímpico-SP

2014: Ferroviária

2015: Rio Preto-SP

2016: Flamengo

2017: Santos

2018: Corinthians

2019: Ferroviária

2020: Corinthians

2021: Corinthians

2022: Corinthians

2023: Corinthians

2024: Corinthians

2025: Corinthians

2026: São Paulo

Confira todas as finais a partir de 2013



Imagem: facebook oficial do Campeonato Brasileiro Feminino

Imagem: facebook da TNT Sports

Imagem: facebook oficial do São Paulo F.C

Imagem: facebook oficial do Brasil Ladies Cup

Jogadores e comissão técnica com o troféu de campeãs brasileiras 2026 (foto: facebook oficial do São Paulo F.C)

Jogadores e comissão técnica com o troféu de campeãs brasileiras 2026 (foto: facebook oficial do São Paulo F.C)

Parabéns ao São Paulo pela conquista do Campeonato Brasileiro Série A1 2026!!!

Fonte: globoesporte.com
Leia Mais »

27 setembro 2026

Copa do Mundo Feminina sub-20: Espanha derrota RPD da Coreia nos pênaltis e é campeã da Copa do Mundo Feminina Sub-20

A Espanha é bicampeã da Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA™! Na grande final, 'La Rojita' batalhou com a RPD da Coreia por 120 minutos e, após as duas equipes não conseguirem tirar o placar do zero, a estrela da goleira Laia López brilhou na disputa por pênaltis. Ela defendeu duas cobranças e garantiu a vitória espanhol por 4 a 3.
Desde antes da bola rolar, a expectativa era de um jogo muito equilibrado em Lódz. A melhor oportunidade do primeiro tempo foi da RPD da Coreia, que se aproveitou de um erro defensivo da Espanha pouco antes do intervalo para quase abrir o placar. Ho Kyong chegou a pensar que marcaria o gol, mas a goleira Laia López se esticou toda para evitar o gol.
Ho tinha entrado minutos antes no lugar de Pak Ok-I, que vinha sendo uma das principais jogadoras coreanas no torneio, em uma surpreendente mexida tática.
Na volta para a segunda etapa, o caráter equilibrado da partida seguiu, mas a Espanha começou a dominar mais as ações do jogo. Aos 22 minutos, Rosalía Domínguez fez uma boa tabela com Ainoa Gómez e saiu cara a cara com a goleira Pak Ju Gyong, que defendeu com os pés. 
Momentos depois, foi a vez de Alba Cerrato receber um cruzamento rasteiro preciso de Pau Comendador, mas ela também parou na arqueira da RPD da Coreia.
A igualdade se manteve até o fim dos 90 minutos. Nem mesmo no tempo extra 'La Rojita' conseguiu superar a goleira coreana. Na melhor chance da prorrogação, Marisa Garcia saiu cara a cara com ela, mas Pak Ju Gyong se agigantou diante dela.
Na disputa por pênaltis, as cobranças de Yon A Choe e Pak Il Sim pararam nas mãos da goleira Laia López. A Espanha acertou suas quatro penalidades, com Daneila Agote, Carla Julia, Célia Segura e Marisa García.
Imagem: Facebook oficial da seleção espanhola feminina

                        Parabéns a seleção espanhola feminina pela conquista da Copa do 
                        Mundo sub-20!!!

                        Fonte: fifa.com
Leia Mais »

Jogos Sul-Americanos 2026: Brasil cumpre obrigação, domina Jogos Sul-Americanos, mas vê lacuna em algumas modalidades

O Brasil terminou na primeira posição do quadro geral de medalhas dos Jogos Sul-Americanos, competição encerrada neste fim de semana, que contou com mais de 4 mil atletas em 60 modalidades, na Argentina. Foram 122 medalhas de ouro, 107 de prata e 83 de bronze, com 312 pódios no total. Os donos da casa ficaram em segundo com 81 ouros, seguidos da Colômbia, com 69.

A liderança no quadro geral com folga era uma obrigação da delegação brasileira, que levou algumas (não todas) as estrelas do esporte nacional. Alison dos Santos venceu os 400m rasos, Caio Bonfim foi o campeão da marcha atlética, Ana Marcela Cunha conquistou o título nas águas abertas, assim como Maria Clara Pacheco no taekwondo. O conjunto de ginástica rítmica, campeão mundial mês passado, participou com time completo e levou os três ouros em disputa.

Outro objetivo da delegação era conquistar o maior número de vagas possível para os Jogos Pan-Americanos de 2027, em Lima. E isso também foi alcançado em diversas modalidades, como saltos ornamentais, escalada, águas abertas, hipismo e atletismo. 

O Sul-Americano também serve para atletas jovens terem a experiência de competir em eventos multi-esportivos, com vila de atletas e "clima de Jogos". Isso foi importante para nomes como Matheus Pessanha (levantamento de peso), Isabelle Esteves (tiro com arco), Gabriela Bouças (ginástica), Lucas Santos (canoagem), Matheus Melecchi (águas abertas) e Jeniffer Silva (remo), todos com medalhas conquistadas no evento.

Atletismo e natação, como um todo, cumpriram bem o papel para elevar o Brasil na liderança do quadro geral. A natação conquistou 29 ouros (54 no total) e o atletismo 14 (42). Neste tipo de competição, o foco está na medalha, não necessariamente nas marcas obtidas. 

O judô é o esporte mais completo do Brasil na atualidade. Mesmo levando uma equipe C em várias categorias, a seleção conquistou 11 das 15 medalhas de ouro possíveis. Os titulares Ronald Lima e Nauana Silva foram campeões sem maiores problemas, assim como as jovens promessas Sarah Mendes e Rafaela Cavalcanti. 

O boxe, com uma equipe quase completa, dominou o continente com seis medalhas de ouro. Bia Ferreira, machucada, e Rebeca Lima, que não teve a categoria em disputa no torneio, foram as ausências. Interessante o ouro de Haziel Franco, jovem nome da seleção feminina. 

As condições de algumas modalidades, como canoagem slalom e remo costal, dificultam fazer qualquer avaliação. A canoagem slalom do Brasil ganhou quatro ouros, mas a competição foi disputada em águas calmas, não em corredeiras. O remo costal também levou três ouros, mas o evento deu medalhas com relação ao tempo das eliminatórias, já que não teve clima para a decisão.

Vôlei de praia, ginástica rítmica, badminton e polo aquático conquistaram todos os ouros possíveis, confirmando o status de potência. Na ginástica artística, o Brasil levou um time B, e teve como destaque a equipe masculina, campeã, e Gabriela Bouças, ouro na trave.

Algumas modalidades seguem sem conseguir se colocar entre as principais potências da América do Sul. Esgrima (dois ouros), tiro (um), ciclismo (um), remo (um), pentatlo (zero), wrestling (dois), nado artístico (zero) e saltos ornamentais (um) até conquistaram medalhas, mas distante do domínio continental. São esportes que ainda dependem de um ou outro nome para buscarem um brilho em termos mundiais.

O tênis de mesa, assim como muitos esportes, não levou todas as estrelas. Sem Hugo Calderano e Bruna Takahashi, o país sofreu. Apenas um ouro conquistado, por equipes no masculino, mas as mulheres viram domínio total das chilenas. Mesmo o time dos homens teve muita dificuldade, terminando fora das finais no individual e das duplas. É um esporte que ficou abaixo do esperado.

Resumo do Brasil nos Jogos Sul-Americanos 2026

  • 312 medalhas (122 de ouro, 107 de prata e 83 de bronze)
  • Natação obteve o maior número de medalhas (54)
  • 77 atletas garantidos nos Jogos Pan-Americanos Lima 2027 (mais de 30 vagas)
  • Invicto na ginástica rítmica, no polo aquático, no vôlei de praia, no judô e na canoagem slalom

Histórico do Brasil nos Jogos Sul-Americanos

O Brasil já terminou em primeiro lugar no quadro de medalhas quatro vezes: 2002, 2018, 2022 e 2026. 

Antes disso, em 2022, em Assunção, no Paraguai, o país já havia ficado no topo com sobras: foram 133 ouros, 100 pratas e 86 bronzes. A Colômbia ficou em segundo, com 79 ouros. 

Além das medalhas, a delegação brasileira também cresceu. Em 2018, o time Brasil contou com 318 atletas em 35 modalidades; em 2002, foram 464 representantes em 45 modalidades. E agora, chega ao recorde de 500 participantes, em 52 modalidades. 

No quadro de geral de medalhas, a Argentina lidera com 1021 ouros, 913 pratas e 927 bronzes, totalizando 2861 medalhas. Logo atrás vem o Brasil, com 995 ouros, 807 pratas e 720 bronzes, somando 2522 medalhas no total.

As nações participantes foram: Argentina, Aruba, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Curaçao, Equador, Guiana, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.

Os Jogos Sul-Americanos marcam o início da segunda metade do ciclo olímpico. A Olimpíada das Américas é um passo importante pensando nos Jogos Pan-Americanos do ano que vem. E o Brasil, apesar de alguns problemas, passou sem grandes problemas no teste.

Quadro de medalhas final dos jogos sul-americanos 2026:

Imagem: facebook oficial do time Brasil

Parabéns aos atletas brasileiros pelas conquistas!!!!

Fonte: globoesporte.com e olympics.com
Leia Mais »

21 setembro 2026

Sul-americano de futsal feminino sub-20 2026: Brasil é tetracampeão da Conmebol Sub-20 feminina de futsal

A Seleção Brasileira Sub-20 conquistou, neste domingo (20), o tetracampeonato da CONMEBOL Sub-20 de Futsal Feminina. Na final, disputada no Domo Bolivariano de Barquisimeto, o Brasil venceu a Venezuela por 3 a 1, na quarta edição do torneio em que o país foi campeão, de um total de cinco disputadas.

Uma campanha de seis vitórias em seis jogos

Na fase de grupos, o Brasil venceu a Bolívia por 7 a 2, o Paraguai por 7 a 0 e o Equador por 9 a 0, além da própria Venezuela, por 3 a 0. Na semifinal, a seleção brasileira bateu a Colômbia por 1 a 0 antes de confirmar o título na decisão. A Argentina fechou o torneio em terceiro lugar, ao vencer a Colômbia por 2 a 1.

Foto: facebook oficial Brasil Futsal

Foto: facebook oficial Brasil Futsal

Parabéns a seleção feminina de futsal sub-20 pela conquista!!!

Fonte: site da LNF(Liga Nacional de Futsal)
Leia Mais »

Tênis 2026: Stefani e Dabrowski vencem americanas após paralisação e são campeãs do SP Open

Luísa Stefani é bicampeã do SP Open! Em uma final que começou em um dia e terminou no outro por conta da chuva, a tenista brasileira e a canadense Gabriela Dabrowski derrotaram as estadunidenses Anna Rogers e Allura Zamarripa por 2 sets a 1 (6/3 e 3/6 e 10-7), nesta segunda-feira (21), e conquistaram o título da segunda edição do WTA 250, disputado no Parque Villa-Lobos, em São Paulo.

A partida foi iniciada na tarde de domingo, mas teve apenas sete games disputados – com vantagem da brasileira e da canadense por 4/3, sem quebras. A chuva paralisou o duelo por mais de oito horas até que a organização transferiu a decisão para a manhã desta segunda, passando o duelo da quadra central para a quadra 1. Com céu limpo e sol raiando na capital paulista, a decisão pôde ser finalizada.

Ao retornarem para a quadra, Luísa e Gaby quebraram as adversárias logo de cara e fecharam a primeira parcial em 6/3. Na sequência, foram derrotadas em 6/3, também com um break atrás, e a disputa teve que ir para o match tie-break. Por lá, a brasileira e a canadense chegaram a ficar com dois pontos de desvantagem, mas viraram e venceram por 10-7.

– Super especial defender o título aqui. Dois anos de SP Open, duas vezes campeã. Sempre um prazer voltar pra jogar em casa. Uma semana super especial, não é sempre fácil. Tem os desafios, é bastante demanda, bastante responsabilidades. Mas poder estar perto é uma sensação super diferenciada. Então, estou muito feliz de terminar com o título – disse Luísa Stefani.

O título no SP Open foi o quarto de Stefani e Dabrowski na temporada. A dupla também foi campeã dos WTA 1000 de Dubai, WTA 500 de Estrasburgo e WTA 250 de Eastbourne, além de ter sido vice-campeã de Wimbledon. Somando os torneios disputados em anos anteriores, este foi o sexto troféu conquistado pelas duas juntas. Antes, elas também haviam vencido o WTA 1000 de Montreal, em 2021, e o WTA 250 de Chennai, em 2022.

Para Luísa, o troféu tem um significado ainda mais especial. Jogando em sua cidade natal, a medalhista olímpica conquistou o troféu do SP Open pela segunda vez: ela já havia vencido a edição inaugural em 2025, ao lado da húngara Timea Babos. A paulistana de 29 anos chegou ao 17º título de sua carreira no circuito. Dabrowski, por sua vez, conquistou seu 24º troféu.

Campanha até o título

Cabeças de chave número 1 e principais favoritas ao título, Stefani e Dabrowski tiveram uma campanha marcada por diferentes desafios até a decisão. Na estreia, derrotaram as brasileiras Rebeca Pereira e Marjorie Souza por 6/0 e 6/1. Nas quartas de final, avançaram por W.O. após a desistência da tcheca Dominika Salkova, que formava dupla com Katlin Quevedo.

Na semifinal, a dupla mostrou poder de reação. Stefani e Dabrowski perderam o primeiro set para as chinesas Yiming Dang e Xiaodi You e chegaram a ficar 3/0 atrás do placar, mas buscaram a virada. Elas venceram seis games seguidos, salvaram match point no tie-break e venceram por 2 a 1 (3/6, 6/3 e 11-9) para garantir a vaga na final.

Com mais um título na temporada, Stefani permanece na terceira posição do ranking mundial de duplas – melhor posição de uma tenista brasileira na história da classificação da WTA. Dabrowski aparece em quinto lugar. Com quatro semifinais de Grand Slam no ano, elas aparecem em segundo lugar na classificação de melhores duplas da temporada e já estão classificadas para o WTA Finals.

Os detalhes da final

Ainda no domingo, o início da final foi atrapalhado pelas condições climáticas. A chuva caiu firme na manhã paulistana, mas estiou antes do horário previsto para a partida. Tudo estava pronto para o duelo e chegaram a entrar em quadra, mas quando finalizaram o aquecimento, uma forte garoa tomou conta do Parque Villa-Lobos e atrasou o começo da final. A espera durou cerca de 30 minutos.

As jogadoras não chegaram a deixar a quadra, mas tiveram que refazer o aquecimento. Depois da espera, Gabriela Dabrowski iniciou sacando e confirmou o serviço sem maiores problemas. Em seguida, a brasileira e a canadense já conseguiram quebrar as adversárias, abrindo 2/0 de frente. Entretanto, a dupla teve o break devolvido já na sequência, após duas duplas faltas seguidas de Luísa.

As americanas conseguiram o empate na sequência. As duas duplas confirmaram seus serviços seguintes e, ao final do sétimo game, após Stefani e Dabrowski abrirem 4/3, a chuva voltou a cair com maior intensidade e interrompeu o duelo mais uma vez. As jogadoras tiveram que ir para os vestiários e aguardar a melhor das condições, o que não aconteceu.

Depois de oito horas de espera, a organização adiou a partida para esta segunda-feira. Com um tempo melhor, o jogo pôde ser realizado. Lu e Gaby conseguiram uma quebra logo no primeiro game do retorno. Elas abriram vantagem no placar e confirmaram o serviço na sequência, fechando a parcial em 6/3.

No segundo set, a brasileira e a canadense chegaram a ter break point no primeiro game do segundo set, mas não conseguiram aproveitar. As americanas conseguiram uma quebra no sexto game, após Stefani e Dabrowski salvaram três break points. Rodgers e Zamarripa mantiveram-se em vantagem e fecharam a parcial em 6/3, após três set points salvos da brasileira e da canadense.

Assim, a decisão ficou para o match tie-break. As americanas começaram com um mini-break, mas a brasileira e a canadense viraram e abriram 3-1. Entretanto, elas sofreram quatro pontos seguidos e a vantagem passou voltou para Rodgers/Zamarripa, em 5-3. Empurradas pelos cerca de 200 torcedores na quadra, a brasileira e a canadense emplacaram uma boa sequência e venceram por 10-7.


Imagem: Facebook oficial do time brasil

Parabéns as atletas pela conquista!!!

Fonte: globoesporte.com
Leia Mais »